Avaliação do efeito da utilização de lavagem uterina com solução fisiológica ozonizada em éguas

Diante da prevalência e importância das endometrites nos sistemas de reprodução de equinos, as alternativas para tratamento desta patologia são muito estudadas. Este estudo foi conduzido para avaliar o efeito antiinflamatório da lavagem uterina com solução fisiológica ozonizada no endométrio. Trinta...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Takakura, Giovanna Santesso
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/41917
Acceso en línea:https://repositorio.ufla.br/handle/1/41917
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Zootecnia
Endometrites
Ozonioterapia
Equinos - Reprodução
Endometritis
Ozone therapy
Equines - Reproduction
Descripción
Sumario:Diante da prevalência e importância das endometrites nos sistemas de reprodução de equinos, as alternativas para tratamento desta patologia são muito estudadas. Este estudo foi conduzido para avaliar o efeito antiinflamatório da lavagem uterina com solução fisiológica ozonizada no endométrio. Trinta e três éguas com baixo escore reprodutivo foram submetidas aos exames de citologia e histologia endometrial, previamente e três dias após os tratamentos que consistiam em lavagem uterina com solução fisiológica (n=10) como tratamento controle (TC) ou com solução fisiológica ozonizada (n=23) (TO). O grau de inflamação foi determinado pela alteração na contagem de neutrófilos polimorfonucleares (PMNs). Comparando-se os dados obtidos nos exames de citologia endometrial pré e pós tratamento, não houve diferença entre os tratamentos (p=0,3301), no tratamento TC 50% dos animais apresentaram melhora no quadro e no TO 47,83%. Entretanto, de acordo com a avaliação histológica, constatou-se que as éguas tratadas com solução salina ozonizada obtiveram diminuição (p<0,0001) da contagem média de PMNs (1,16 ±0,45) quando comparadas com as éguas que receberam TC (3,54±1,29). Portanto, esta modalidade de tratamento pode ser utilizada em animais portadores de endometrite clínica e subclínica, e na rotina de doadoras de embrião susceptíveis a endometrite pós cobertura persistente, diminuindo assim o uso de antimicrobianos.