BAHM, Archie J. Comparative philosophy: Western, Indian and Chinese Philosophies Compared. Edição revisada. Albuquerque. World Books, 1995, 103 p. [Primeira edição: 1977]

O autor, Archie J. Bahm, é professor de Filosofia na Universidade do Novo México. Sobre ele, podemos dizer apenas, com base nas primeiras páginas do livro, que já publicou diversos títulos nas três áreas que agora pretende comparar. Por exemplo, escreveu sobre o Tao, Confúcio, Buddha, Krishna, Yoga...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Borges, Bento Itamar
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Repositorio:Educação e Filosofia
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.seer.ufu.br:article/899
Acceso en línea:https://seer.ufu.br/index.php/EducacaoFilosofia/article/view/899
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Filosofia comparada
Taoism
Confúcio
Buddha
Krishna
Yoga
Descripción
Sumario:O autor, Archie J. Bahm, é professor de Filosofia na Universidade do Novo México. Sobre ele, podemos dizer apenas, com base nas primeiras páginas do livro, que já publicou diversos títulos nas três áreas que agora pretende comparar. Por exemplo, escreveu sobre o Tao, Confúcio, Buddha, Krishna, Yoga e sobre as "religiões vivas do mundo", bem como, cobrindo o lado ocidental, escreveu sobre metafisica, epistemologia, moral, ética, etc. Talvez seja significativo, mais sobre o público que sobre o autor, notar que os títulos com mais reedições sejam justamente aqueles sobre Buddha e sobre Yoga. Podemos ainda conjecturar que o autor seja um militante de um projeto que se desenvolve há, pelo menos, 43 anos, data de uma obra sua de introdução à Filosofia. O autor é também o editor de seus próprios textos e o nome da editora, World Books [Livros do Mundo], já anuncia a direção de uma "World Philosophy" [Filosofia do Mundo]. Além disso, o livro aqui resenhado é impresso em material bastante singelo. São hipóteses nossas, a partir das primeiras impressões que o livro traz, sobre o esforço de um professor que batalha por um ideal de reunificação das filosofias, certamente sujeito ao boicote das editoras acadêmicas e convencionais. Não nos cabe aqui julgar se essa luta é inglória.