Mapa-Labir(in)tô: um estudo sobre poéticas da voz para a formação da atriz-poeta-cantora
Este trabalho tem como perguntas principais: Quais são os percursos poéticos da voz falada à voz cantada na formação de uma Atriz-Poeta-Cantora? E qual é a voz que eu narro a partir da minha formação como Atriz-Poeta-Cantora? Tenho, como principal objetivo, mapear caminhos possíveis para uma poética...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/257051 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/11449/257051 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Performance (Arte) Voz - Educação Voz (cantada) Voz (falada) Atores |
| Sumario: | Este trabalho tem como perguntas principais: Quais são os percursos poéticos da voz falada à voz cantada na formação de uma Atriz-Poeta-Cantora? E qual é a voz que eu narro a partir da minha formação como Atriz-Poeta-Cantora? Tenho, como principal objetivo, mapear caminhos possíveis para uma poética da voz partam da voz falada para a voz cantada. Dentro da minha pesquisa, encontrei três eixos que estão presentes em meu trabalho artístico, são eles: Identificação e Memória, Experiência e Ritual. Para Experiência, busquei Larrosa, que traz conceitos sobre esta palavra que me atravessa, pois como ele diz: “A experiência é o que nos passa, o que nos acontece, o que nos toca e não o que se passa, o que acontece, o que se toca”. Para o eixo Identificação e Memória, Maurice Halbwachs traz estudos que falam sobre memória coletiva e memória individual. Para Ritual, busquei Márcia Kambeba, que fala sobre o saber ancestral que está em nós, e Luiz Rufino. Ele traz, por meio da pedagogia das encruzilhadas, o processo de descolonização como prática social de uma luta para a invenção de novos indivíduos e de reencantamento dos povos. Ainda no eixo Ritual, trago referências a partir de minhas experiências, busquei minhas fontes rituais na prática artística, nos grupos pelos quais atuei, dos Povos de Terreiro com suas práticas religiosas, tradições orais em que também estou inserida, onde meu cuido espiritualmente. Para a área da voz, busquei quem contemplasse não somente técnicas vocais, mas principalmente poéticas vocais, como: Paul Zumthor, Sara Lopes, Meran Vargens, Dal Farra, Renata Gelamo, Lucila Tragtenberg, Murray Schafer. A metodologia utilizada, e pela qual caminho, é a Cartografia, trazendo como livro de cabeceira os volumes de Pistas do método da cartografia. Dentro de minha pesquisa, tenho como mapa principal os relatos dos anos de trabalho dentro do Teat(r)o Oficina, com memórias que me atravessaram, e se ramificam em reflexões dos trabalhos Pequeno funeral cantante, com o Grupo Poesia Cantada, e Poema, voz e canção – um estudo sobre poéticas vocais no experimento da canção “Saudade”, realizado na Pós-Graduação em Canção Popular pela Faculdade Santa Marcelina. A partir dessa investigação e reflexão, encontrei em minha cartografia, dispositivos: Cartas-Poema (criadas por mim), entrevistas por meio de cartas, diários e relatos. Assim nasceu o Grupo de Estudos Mapa-Labirinto, para trazer reflexões e análises dos encontros que me fizeram mergulhar nas poéticas da voz e sistematizar três caminhos possíveis de criação. Ele surgiu com a necessidade de trabalhar, dentro da fase denominada Laboratório de Experimentação, os percursos que foram sistematizados no processo. A princípio, era um grupo de aproximadamente nove pessoas, mas que concatenou num grupo de cinco mulheres. Eis aqui uma pérola de Rio. Vem comigo. Palavras-chave: Atriz-Poeta-Cantora; poéticas vocais; cartografias; Mapa-Labir(in)tô; Teatro Oficina; Poema-Canção. |
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