A leitura jornalística na contemporaneidade : novas e velhas práticas dos leitores de zerohora.com
Este trabalho tem por objetivo analisar a forma pela qual se dá a convivência entre as práticas relacionadas ao jornal impresso e ao webjornal, de modo a compreender a configuração da leitura jornalística contemporânea. Para tanto, tem-se como referencial a Teoria das Mediações de Martín-Barbero (20...
| Autor: | |
|---|---|
| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/25631 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/10183/25631 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Jornalismo online Jornalismo impresso Zero Hora (Jornal) |
| Resumo: | Este trabalho tem por objetivo analisar a forma pela qual se dá a convivência entre as práticas relacionadas ao jornal impresso e ao webjornal, de modo a compreender a configuração da leitura jornalística contemporânea. Para tanto, tem-se como referencial a Teoria das Mediações de Martín-Barbero (2004), um aporte que se entende flexível o suficiente para acolher no âmbito dos Estudos Culturais um objeto tipicamente abordado nos domínios da Cibercultura. Tendo como objeto empírico o portal Zerohora.com, a presente pesquisa está estruturada em dois eixos de análise: um diacrônico (jornal impresso → jornal digital), preocupado em identificar rupturas e continuidades entre essas modalidades jornalísticas, e outro sincrônico (tecnicidades → ritualidades), destinado a examinar como as transformações que a tecnologia efetua nas linguagens e formatos, nas relações espaço-temporais e nas relações socioculturais são incorporadas no cotidiano dos leitores. Os dados que alimentam ambos os vetores de investigação foram coletados por entrevistas etnográficas. Como resultados, expõe-se uma série de práticas relativas a seis categorias analíticas: coordenadas de leitura, preferências de suporte, formas de participação, percursos de leitura, usos de multimídia e modos de atualização – traços que balizam, por fim, a proposição de uma tipologia de leitura. |
|---|