Produção e purificação da proteína recombinante humana SLPI a partir da microalga Chlamydomonas reinhardtii

O inibidor de protease secretado por leucócitos (SLPI) foi primeiramente descrito em 1986. Desde então, é alvo de diversos estudos devido às suas variadas funções. A proteína SLPI desempenha diversos papeis no organismo humano, sendo que a principal é sua ação inibidora de serina – proteases. Devido...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Silva, Bárbara Luísa Chagas da
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/242921
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/242921
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Biotecnologia
Microalga
Proteínas recombinantes
SLPI
Chlamydomonas reinhardtii
Purificação
Purification
Recombinant protein
Descripción
Sumario:O inibidor de protease secretado por leucócitos (SLPI) foi primeiramente descrito em 1986. Desde então, é alvo de diversos estudos devido às suas variadas funções. A proteína SLPI desempenha diversos papeis no organismo humano, sendo que a principal é sua ação inibidora de serina – proteases. Devido à essa função, a SLPI têm um importante papel na manutenção da homeostase entre proteases e antiproteases no trato respiratório humano e na pele, agindo principalmente em respostas anti-inflamatórias contra agentes danosos ao tecido. Adicionalmente, a proteína SLPI também já foi caracterizada em mecanismos de cicatrização, metabolismo ósseo, câncer e apresenta propriedades antimicrobianas, antifúngicas e antivirais. Por ser uma proteína multifuncional, o potêncial terapeutico da SLPI é bastante explorado por pesquisadores e vem sendo testado em diferentes campos da ciência, como doenças respiratórias, neuroregeneração, cicatrização de feridas, e cardioproteção em situações de isquemia/reperfusão. Devido ao crescente interesse em pesquisas biotecnológicas visando a proteína SLPI como um bioproduto, diversas empresas passaram a produzir e comercializar a proteína em diferentes sistemas de expressão e produção. Porém, a SLPI ainda é vendida somente para fins de pesquisa científica à um custo muito alto. O mercado biotecnológico de produção e expessão de proteínas recombinantes têm avançado bastante nos últimos anos, e diversas plataformas estão sendo desenvolvidas, como plantas, animais transgênicos, células humanas e microalgas. As microalgas vem sendo muito utilizadas em pesquisas para biorremediação, desenvolvimento de ração e suplemento alimentar, e não há muito tempo, ganharam notável evidência como promissoras plataformas para produção de proteínas recombinantes. Esses organismos apresentam grande potencial como plataformas biotecnológicas para desenvolvimento de bioprodutos, pois são seres eucariotos, unicelulares, de rápido crescimento e com baixo custo de meio de cultura. À vista disso, o presente projeto teve como objetivo a produção e purificação da proteína recombinante humana SLPI a partir da microalga Chlamydomonas reinhardtii.