O legado esportivo dos Jogos Olímpicos Rio 2016: uma análise da Rede Nacional de Treinamento

Os legados de megaeventos esportivos apresentam interesses coletivos oriundos de diversos atores da sociedade contemporânea. Neste contexto, esta pesquisa procura examinar o legado esportivo dos Jogos Olímpicos Rio 2016, os primeiros realizados no Brasil e no continente sul-americano. Em busca de in...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Ferreira, Victor de Oliveira Campos
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Fundação Getulio Vargas (FGV)
Repositorio:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.fgv.br:10438/30761
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/10438/30761
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Megaevento
Esporte
Jogos Olímpicos
Legado
Rio 2006
Mega event
Sport
Olympic Games
Legacy
Ciências sociais
Jogos Olímpicos (31.: 2016 : Rio de Janeiro, RJ)
Eventos esportivos - Aspectos sociais
Jogos olímpicos - História
Descripción
Sumario:Os legados de megaeventos esportivos apresentam interesses coletivos oriundos de diversos atores da sociedade contemporânea. Neste contexto, esta pesquisa procura examinar o legado esportivo dos Jogos Olímpicos Rio 2016, os primeiros realizados no Brasil e no continente sul-americano. Em busca de investigar os efeitos do legado para o esporte nacional e carioca, o objeto de análise do trabalho é a Rede Nacional de Treinamento, anunciada como maior herança para o esporte nacional, em especial o Centro Olímpico de Treinamento, principal equipamento esportivo do país, localizado na cidade do Rio de Janeiro. Em sua execução metodológica, esta dissertação apresenta revisão bibliográfica dos principais temas acerca de legado e de megaeventos esportivos; análise de outras edições dos Jogos e suas respectivas consequências locais; e aprofundamento - por meio de literatura, contatos com órgãos reesposáveis, visita técnica e entrevistas com atletas, treinadores, gestores públicos e gestores privados – nos equipamentos esportivos considerados. A análise resultante deste estudo, que envolveu stakeholders essenciais para o entendimento teórico e prático do legado, revela que, apesar dos equipamentos construídos se mostrarem de alto nível esportivo, o legado não foi gerido como o planejado e sua execução não é coerente com os projetos anunciados. No Brasil, país que extinguiu o ministério do esporte e não vislumbra investimentos substanciais nesta área, o legado olímpico de 2016 é também chamado informalmente de largado olímpico.