Drug consumption and violence in female work Zapallal - Lima/Peru
Este é um estudo descritivo, correlacional, transversal, e qualitativo. Seus objetivos foram identificar os fatores de risco sociodemográficos e de trabalho para o consumo de drogas e tipos de violência no ambiente de trabalho relacionados ao uso de drogas, e também compreender a percepção da mulher...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2005 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online) |
| Idioma: | inglés portugués español |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/2195 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/2195 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | transtornos relacionados ao uso de substâncias mulheres maltratadas trastornos relacionados con sustancias mujeres maltratadas substance-related disorders battered women |
| Sumario: | Este é um estudo descritivo, correlacional, transversal, e qualitativo. Seus objetivos foram identificar os fatores de risco sociodemográficos e de trabalho para o consumo de drogas e tipos de violência no ambiente de trabalho relacionados ao uso de drogas, e também compreender a percepção da mulher trabalhadora sobre o fenômeno. Foram entrevistadas 125 mulheres trabalhadoras da área de Zapallal, Lima, com entrevistas aprofundadas de 16 mulheres que haviam sofrido violência no seu ambiente de trabalho. Entre as participantes, 52,8% faziam consumo de álcool e 6,4% consumiam alguma droga ilícita. As católicas apresentaram risco maior para o consumo de álcool, assim como as com idade inferior a 20 anos apresentaram risco maior para o consumo de drogas ilícitas. Nesta amostra, 17,6% haviam sofrido violência verbal no trabalho, 9,6% algum tipo de violência física e 1,6% assédio sexual no trabalho. A mulher trabalhadora se percebe como grupo vulnerável para a ocorrência de violência no trabalho, sente-se fraca para defender-se, e, em alguns casos, apesar de sentir medo e vergonha, notifica a violência. |
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