Pele de terra, minha morada: memorial da criação do ritual cênico-erótico em diálogo com a obra Magma de Olga Savary

Este memorial desnuda a criação do ritual cênico-erótico Pele de terra: minha morada feito em diálogo com a obra Magma de Olga Savary. É compreendido como uma cartografia (PASSOS; KASTRUP; ESCÓSSIA: 2009), só que uma cartografia sibilada, um serpentear entre linguagens artísticas espiraladas e o mov...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: BARROS, Ana Carolina Magno de
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Pará (UFPA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpa.br:2011/8645
Acceso en línea:http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/8645
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES::TEATRO
Teatro
Linguagem corporal
Erotismo
Representação teatral
Savary, Olga, 1933-
Descripción
Sumario:Este memorial desnuda a criação do ritual cênico-erótico Pele de terra: minha morada feito em diálogo com a obra Magma de Olga Savary. É compreendido como uma cartografia (PASSOS; KASTRUP; ESCÓSSIA: 2009), só que uma cartografia sibilada, um serpentear entre linguagens artísticas espiraladas e o movimento criador (SALLES: 2011) da escrita em sibilares. Tendo a imagem como “operador metodológico” (RANGEL: 2009), esta pesquisa enlaça quatro elementos, o referido ritual cênico-erótico (ARTAUD: 2006), enraizado na busca do corpo erótico (BOGART: 2011) do atuante (QUILICI: 2015); um ensaio em que degluto signos do erotismo (BATAILLE: 2013), do sagrado (MAÇANEIRO: 2011), do mito (CAMPBELL: 1990) e da imagem-força Uroboros, para jorrar em uma escrita performativa; o diário da encenadora, feito de imagens em forma de poesia, desenhos, pinturas, rabiscos e colagens, dispositivos utilizados para conceber a encenação (ROUBINE: 1998); e o diário de cena, um relato na estrutura literária de diário, no qual narro o dia a dia dos ensaios e apresento o roteiro do ritual. Neste trabalho proponho despir o ato criador que se desdobra em novas obras, numa circularidade que se retroalimenta, similar às Uroboros, como um ritual erótico.