Da cidade dos afetos para a cidade saudável

Trata-se de experimentações de pensar a produção de subjetividades na cidade por meio dos afetos entre os corpos (humano, arquitetural e territorial) para potencializar a promoção do bem-estar humano com melhoria da saúde pública. A Organização Mundial de Saúde aponta a saúde como “um estado de comp...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Hirao, Helio
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Saúde e Sociedade (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/175858
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/sausoc/article/view/175858
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Healthy City
Derive
Cartography
Rhizome
Affections
Cidade Saudável
Deriva
Cartografia
Rizoma
Afetos
Descrição
Resumo:Trata-se de experimentações de pensar a produção de subjetividades na cidade por meio dos afetos entre os corpos (humano, arquitetural e territorial) para potencializar a promoção do bem-estar humano com melhoria da saúde pública. A Organização Mundial de Saúde aponta a saúde como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidades”. Desse modo, busca investigar cidades saudáveis relacionando ambiente construído e social com os sujeitos das cidades, enfocando as múltiplas e complexas particularidades da saúde no espaço em transformação e movimento. Para tanto, este estudo trata de três experiências de orientação desenvolvidas com trabalhos finais de graduação em Arquitetura e Urbanismo, utilizando a abordagem metodológica rizomática de Deleuze e Guattari, com a prática da deriva situacionista e experimentação da cartografia de afetos, que potencializaram intervenções em áreas do entorno de rios das cidades de Bragança Paulista e Presidente Prudente. Assim, por meio da tessitura da produção de afetos nas zonas de intensidades das multiplicidades, heterogeneidades e singularidades espaciais existentes permitiu vibrar todos que se aproximaram para engajarem em uma proposta espacial libertária nos microespaços de resistência, ativando-as, promovendo invisibilidades sociais e, dessa maneira, poder potencializar a cidade saudável.