Avaliação radiográfica dos parâmetros espinopélvicos e classifição da lordose lombar em jogadores de futebol brasileiros
Introdução: A prática de futebol é uma atividade complexa e envolve riscos consideráveis de lesões, o que torna desafiador o alcance de um ponto de equilíbrio entre o preparo adequado e a demanda imposta aos atletas. As lesões na coluna, decorrentes da prática esportiva, podem ser agudas ou por sobr...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNIFESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unifesp.br:11600/64616 |
| Acceso en línea: | https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=9615970 https://hdl.handle.net/11600/64616 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Athletes Football (soccer) Spinal curvature Lordosis Spondylolysis Radiography Atletas Futebol Curvaturas da coluna vertebral Lordose Espondilólise Radiografia |
| Sumario: | Introdução: A prática de futebol é uma atividade complexa e envolve riscos consideráveis de lesões, o que torna desafiador o alcance de um ponto de equilíbrio entre o preparo adequado e a demanda imposta aos atletas. As lesões na coluna, decorrentes da prática esportiva, podem ser agudas ou por sobrecarga, e a alta incidência de distúrbios posturais em determinadas modalidades, especialmente entre os adolescentes, direcionam para um questionamento quanto à influência da atividade esportiva na postura e no equilíbrio sagital dos atletas. Objetivo: Mensurar os parâmetros espinopélvicos em atletas profissionais do futebol brasileiro; comparar com o padrão da população brasileira; classificar o tipo de lordose de acordo com Roussouly et al.; verificar a incidência de espondilólise e espondilolistese nesses atletas, comparando com a prevalência descrita na literatura para jogadores de futebol; e correlacionar esse achado ao tipo de lordose de Roussouly. Método: A partir de radiografias panorâmicas da coluna, foi realizado estudo transversal com total de 110 jogadores de futebol profissionais, brasileiros, do sexo masculino e com idade entre 18 e 40 anos. Foram mensuradas: Incidência Pélvica (IP), Versão Pélvica (VP), Inclinação Sacral (IS), Eixo Vertical Sagital (EVS) e Lordose Lombar (LL), por meio do software Surgimap Ò. Os valores da mensuração foram comparados com os dados encontrados na literatura nacional. O tipo de lordose foi classificado de acordo com Roussouly et al. e foi analisada, a presença de espondilólise e espondilolistese. Resultados: Foram analisadas 110 radiografias, das quais 104 apresentavam a qualidade necessária para as mensurações. Ao comparar os valores obtidos com a média brasileira, verificou-se que a versão pélvica (VP) e o Eixo Sagital Vertical foram estatisticamente menores nos jogadores profissionais (P = 0,013) e (P=0,037). Outrossim, houve tendência de a Inclinação Sacral (IS) ser maior nos jogadores profissionais (P = 0,054). De acordo com a Classificação de Roussouly et al., a maioria dos atletas apresentou lordose do Tipo 3 (54,8%), seguida do Tipo 4 (26,9%). Foram encontrados oito atletas (7,7%) com espondilólise e sete atletas (6,7%) com espondilolistese. Conclusão: Foram encontradas diferenças significativas na Versão Pélvica e no Eixo Vertical Sagital dos atletas profissionais, além de tendência a maior Inclinação Sacral. O tipo de lordose mais comum foi o Tipo 3, a prevalência de espondilólise e espondilolistese foi menor que a encontrada em jogadores de futebol da literatura e esse achado esteve presente somente em atletas com lordose Tipo 3 e Tipo 4 da Classificação de Roussouly et al. |
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