A VIDA É UM ETERNO AMANHÃ: AUTOFICÇÃO E DESCENTRAMENTO NA CRÔNICA DE JOÃO UBALDO RIBEIRO
Este artigo propõe um passeio pela crônica “A vida é um eterno amanhã”, de João Ubaldo Ribeiro, com a intenção de analisar a visão que o autor tem de si no desenvolvimento da crônica e como essa visão é modificada ao alcançar o leitor através de uma troca entre ele e o autor. Nessa narrativa, o cron...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Uniabeu Centro Universitário (UNIABEU) |
| Repositorio: | E-scrita |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.abeu.local:article/3791 |
| Acceso en línea: | https://revista.uniabeu.edu.br/index.php/RE/article/view/3791 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Letras Autoficção; crônica; João Ubaldo Ribeiro. Literatura |
| Sumario: | Este artigo propõe um passeio pela crônica “A vida é um eterno amanhã”, de João Ubaldo Ribeiro, com a intenção de analisar a visão que o autor tem de si no desenvolvimento da crônica e como essa visão é modificada ao alcançar o leitor através de uma troca entre ele e o autor. Nessa narrativa, o cronista apresenta uma de suas experiências durante sua estada em Berlim, na Alemanha e usa trocadilhos do idioma e da tradução brasileira do termo “amanhã” numa tentativa de representar os vários significados possíveis por trás da palavra. Sendo assim, lançamos mão de conceitos de representação e identidade para exprimir a constante remissão ao descentramento da vida cotidiana, a fim de questionar a autoficção como um processo identitário e como uma revisitação do sujeito ao lugar do outro. |
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