Análise comparativa do diagnóstico clínico e radiológico de pacientes pediátricos com suspeita de displasia congênita do quadril

Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico de pacientes com suspeita de displasia do desenvolvimento do quadril (DDQ) no estado do Rio Grande do Sul, correlacionado ao diagnóstico clínico e radiológico da patologia. Métodos: Estudo observacional transversal executado pelo serviço de Ortopedia e Trau...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Barbosa, Felipe Horta, Cassol, Augusto Cassi, Petroli, Caroline Menegotto, Oliveira Júnior, Aloir Neri de, Barbosa, Marcelo Horta, Jorge, Marcia Angéllica Delbon Atiê
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
Repositorio:Research, Society and Development
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/42709
Acceso en línea:https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/42709
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cadera
Displasia congénita de cadera
Luxación congénita
Pediatría.
Quadril
Displasia congênita de quadril
Luxação congênita de quadril
Pediatria.
Hip
Congenital hip dysplasia
Congenital hip dislocation
Pediatrics.
Descripción
Sumario:Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico de pacientes com suspeita de displasia do desenvolvimento do quadril (DDQ) no estado do Rio Grande do Sul, correlacionado ao diagnóstico clínico e radiológico da patologia. Métodos: Estudo observacional transversal executado pelo serviço de Ortopedia e Traumatologia de um hospital filantrópico do estado do Rio Grande do Sul.  Foi realizado um levantamento de dados epidemiológicos, análise dos diagnósticos clínicos e radiológicos de pacientes pediátricos com suspeita DDQ atendidos na unidade durante o período de 2016 a 2021. Resultados: Foram incluídos 85 pacientes no estudo, a análise do perfil epidemiológico demonstrou predominância do sexo feminino e da etnia caucasiana, com maior prevalência de acometimentos relacionados ao parto cesáreo. Na comparação do exame físico com radiografia ou US, não foi observada associação estatisticamente significante (p>0,05). Quando comparado US com radiografia, também não houve concordância entre os exames (p>0,05). Conclusão: O exame clínico é considerado o mais eficiente dos métodos de rastreio e diagnóstico. Exames complementares, como a radiografia e a ultrassonografia são fundamentais em situações nas quais são mantidas as suspeitas diagnósticas. No entanto, estes testes não devem ser avaliados de forma isolada, visto que a avaliação com o uso exclusivo de apenas um método diminui a acurácia do diagnóstico.