Tuberculose pulmonar no idoso em comparação com a do adulto jovem

Introdução. A tuberculose vem acometendo cada vez mais os idosos em relação aos não idosos. Objetivo. Verificar diferenças na tuberculose pulmonar com baciloscopia positiva que acomete o idoso em comparação com o adulto jovem. Metodologia. Selecionados 80 idosos com 60 anos de idade ou mais, doentes...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Mishima, Eduardo Osvaldo
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2005
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-10052021-171218
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6132/tde-10052021-171218/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Elderly Health
Pulmonary Tuberculosis
Pulmonary Tuberculosis in Elderly
Pulmonary Tuberculosis in Young Adults
Saúde do Idoso
Tuberculose Pulmonar
Tuberculose Pulmonar no Adulto Jovem
Tuberculose Pulmonar no Idoso
Descripción
Sumario:Introdução. A tuberculose vem acometendo cada vez mais os idosos em relação aos não idosos. Objetivo. Verificar diferenças na tuberculose pulmonar com baciloscopia positiva que acomete o idoso em comparação com o adulto jovem. Metodologia. Selecionados 80 idosos com 60 anos de idade ou mais, doentes de tuberculose pulmonar com baciloscopia de escarro positiva para o bacilo álcool ácido resistente, residentes e tratados no Município de São Paulo-SP em 2001. Estes foram pareados com 80 adultos entre 20 e 39 anos de idade, da mesma unidade de saúde e mesmo sexo, procurando-se também parear escolaridade, ocupação e residência. Comparou-se a evolução do tratamento por até 12 meses. Resultados. Os idosos tiveram freqüências maiores em: tempo de demora entre o início dos sintomas ao início do tratamento, reações medicamentosas, pacientes tratados por mais de seis meses, número de óbitos, doenças associadas e mudanças de medicamentos. Porém tiveram menos sintomas e menor número de abandonos de tratamento. Conclusões. Os idosos, devido às dificuldades no diagnóstico, demoras no início do tratamento e doenças associadas, têm maiores riscos de letalidade e de complicações durante o tratamento, principalmente entre os mais velhos. Preconiza-se uma atuação mais atenta e capacitada dos profissionais, bem como políticas públicas que contemplem este segmento etário.