Mujer segura deja huellas por donde camina: um relato poético com Violeta Parra

A cultura indígena mapuche marcará fortemente a vida da chilena Violeta Parra, o contato com a trajetória dessa artista me atravessa para além dos processos criativos, refletindo-se na minha identidade enquanto mulher, artista e latino-americana. Através de um mergulho no espetáculo Violeta e as águ...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Sacramento, Yasmin Gomes do
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFBA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufba.br:ri/41222
Acesso em linha:https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41222
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES
Violeta Parra
Feminino
América latina
Mapuche
Artes
Artes e sociedade
Mulheres artistas
Parra, Violeta 1917-1967 - Crítica e interpretação
Violeta (Peça de teatro)
Indígenas da América do Sul - Chile
Índios Mapuche
Violeta Parra. Femenino. América Latina. Mapuche. Artes.
Descrição
Resumo:A cultura indígena mapuche marcará fortemente a vida da chilena Violeta Parra, o contato com a trajetória dessa artista me atravessa para além dos processos criativos, refletindo-se na minha identidade enquanto mulher, artista e latino-americana. Através de um mergulho no espetáculo Violeta e as águas sagradas de Wallmapu, por mim concebido, encontro Violeta Parra. Nessa investigação - Mujer Segura Deja Huellas Por Donde Camina - Um relato poético com Violeta Parra, trago retalhos de um trabalho em torno dessa extraordinária mulher que deixou pegadas por onde passou. Assim, ao encontro dos passos de Violeta, deixo as minhas próprias pegadas, unindo nossas histórias, aproximando a América Latina, ainda tão distante de nossas identidades enquanto mulheres brasileiras. A estrutura da dissertação segue o roteiro da minha pesquisa de campo buscando o entendimento da seguinte provocação: De que maneira a influência indígena mapuche interfere na trajetória de Violeta Parra, com relação a sua identidade e seus processos criativos? E de que modo esse encontro de Violeta com a cultura mapuche atravessa o meu caminho enquanto mulher, artista e latino-americana? Nesse fio, se dá o cruzamento de linhas que unem o oceano Atlântico ao Pacifico, o povo Mapuche ao povo Krenak, teóricas feministas latinas e artistas baianas, mexicanas e chilenas.