Reflorestamento no Brasil e o Protocolo de Quioto
A questão das mudanças climáticas vem ganhando destaque e sendo mais discutida à medida que se caminha para a ratificação do Protocolo de Quioto. No presente trabalho é analisada a viabilidade de um projeto de reflorestamento candidato ao Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, mecanismo de flexibilizaç...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2002 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-12042010-112054 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/86/86131/tde-12042010-112054/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Eucalyptus eucalyptus Kioto Protocol Protocolo de Quioto reflorestamento reforestation |
| Sumario: | A questão das mudanças climáticas vem ganhando destaque e sendo mais discutida à medida que se caminha para a ratificação do Protocolo de Quioto. No presente trabalho é analisada a viabilidade de um projeto de reflorestamento candidato ao Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, mecanismo de flexibilização proposto pelo Protocolo que permite a participação brasileira. São discutidos aspectos favoráveis e desfavoráveis à implementação de um projeto florestal, nas condições atuais. Para tal discussão propõe-se uma atividade de reflorestamento com espécies do gênero Eucalyptus, administrada por uma cooperativa florestal dentro da regional agrícola de Botucatu (SP). Os objetivos principais desta atividade são a obtenção de madeira para fins de serraria e a comercialização de créditos de carbono referentes ao volume de madeira serrada. Foram feitos cálculos de viabilidade econômica pela Taxa Interna de Retorno (TIR) e pelo Valor Presente Líquido (VPL) do projeto, com e sem o emprego do MDL. Verificou-se a viabilidade econômica nos dois casos, embora a diferença na receita não tenha sido considerável. Em projetos em que não há a participação do MDL, a TIR média foi de 7% para todas as áreas. Com a participação do MDL, houve uma variação da TIR de 6,2% a 7,3%, conforme as extensões das áreas adotadas e os preços pagos pela tonelada do carbono. Para pequenas áreas, o emprego do MDL pode inviabilizar o projeto. As atividades florestais para fins de serraria mostraram um rendimento muito baixo para o MDL, pelo fato de apenas um décimo da produção total ser aceito para comercialização dos créditos de carbono. |
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