POR UM ENSINO INTERCULTURAL DE INGLÊS COMO LÍNGUA FRANCA (For an intercultural teaching of English as a lingua franca)

A expansão planetária da língua inglesa é, ao mesmo tempo, causa e consequência do atual fenômeno de globalização. Amealhando cada vez mais usuários mundo afora, já é plausível se afirmar que a maioria das interações que atualmente ocorrem em língua inglesa se dão entre falantes não-nativos, exatame...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autores: Siqueira, Sávio, Barros, Kelly Santos
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2013
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Repositório:Revista Estudos Linguísticos e Literários (Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.ufba.br:article/14536
Acesso em linha:https://periodicos.ufba.br/index.php/estudos/article/view/14536
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Ensino de Língua Inglesa
Inglês como língua franca
Interculturalidade.
Descrição
Resumo:A expansão planetária da língua inglesa é, ao mesmo tempo, causa e consequência do atual fenômeno de globalização. Amealhando cada vez mais usuários mundo afora, já é plausível se afirmar que a maioria das interações que atualmente ocorrem em língua inglesa se dão entre falantes não-nativos, exatamente na função de língua franca. Tal constatação suscita mudanças significativas, principalmente para o Ensino de Língua Inglesa (ELI) que, calcado em tradições fortemente arraigadas, oriundas de países hegemônicos, ainda se orienta por concepções e premissas voltadas, por exemplo, para a  emulação do modelo do falante nativo e para uma prática de sala de aula que raramente privilegia o diálogo entre culturas. Tomando como base o paradigma de inglês como língua franca (ILF), este artigo, além de explorar o conceito e suas principais acepções, elege a interculturadidade como elemento central na pedagogia contemporânea de língua inglesa, chamando a atenção, entre vários aspectos, para a necessidade de se empoderar o professor não-nativo que, nesse novo contexto, emerge como modelo de sucesso para seu aprendiz e, ao assumir a sua condição de mediador intercultural, se habilita com muito mais propriedade para  responder às reais necessidades dos futuros falantes globais de inglês.