O QUE PENSAM OS CURADORES DE ARTES CÊNICAS
Articulando a ideia inicialmente apontada na dissertação defendida por Michele Rolim em 2015 e desdobrada posteriormente em livro lançado em 2017 – de que a curadoria nas artes cênicas coloca em evidência um fluxo de pensamento que nos faz interrogar ininterruptamente o que se constitui como procedi...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Revista Cena (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:seer.ufrgs.br:article/82593 |
| Acceso en línea: | https://seer.ufrgs.br/index.php/cena/article/view/82593 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Festival de teatro Curador Crítico de arte Artes visuais |
| Sumario: | Articulando a ideia inicialmente apontada na dissertação defendida por Michele Rolim em 2015 e desdobrada posteriormente em livro lançado em 2017 – de que a curadoria nas artes cênicas coloca em evidência um fluxo de pensamento que nos faz interrogar ininterruptamente o que se constitui como procedimentos de quem exerce a função de diretor artístico – este texto recapitula o diagnóstico do pensamento curatorial, desde o pioneirismo dos animadores culturais até à ascensão do curador a uma condição profissional adquirida na década de 1990, trajetória percorrida pela autora em sua pesquisa. Além disto, apura a mediação jornalística das quinze entrevistas reunidas na edição da Cobogó, O que pensam os curadores de artes cênicas, em que a autora solicita, de modo contínuo, objetividade aos entrevistados na descrição dos procedimentos, ao mesmo tempo que passa por dimensões éticas, políticas, sociológicas e estéticas presentes nesse debate. |
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