Utilização do índice de resistência por meio da ecografia vascular para avaliar revascularizações infrainguinais

A isquemia crítica (IC) é uma condição grave causada pela doença aterosclerótica obliterante periférica. O planejamento cirúrgico da IC necessita do estudo da circulação do membro e a ultrassonografia com Doppler (US) é um método não invasivo que vem sendo estudado para associar ou até substituir a...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: VIEIRA, Isadora Ísis Fernandes
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPE
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpe.br:123456789/59939
Acceso en línea:https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/59939
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Isquemia Crônica Crítica de Membro
Ultrassonografia Doppler
Patência Vascular
Descripción
Sumario:A isquemia crítica (IC) é uma condição grave causada pela doença aterosclerótica obliterante periférica. O planejamento cirúrgico da IC necessita do estudo da circulação do membro e a ultrassonografia com Doppler (US) é um método não invasivo que vem sendo estudado para associar ou até substituir a arteriografia. O objetivo é correlacionar o índice de resistência (IR) das artérias receptoras e a perviedade das cirurgias de revascularização dos membros inferiores de pacientes com IC. Com auxílio da US, em 100 pacientes foi coletado no pré-operatório o IR das artérias receptoras das revascularizações abertas ou endovasculares e posteriormente foi realizado, por meio da presença de pulsos e do índice tornozelo-braço, a avaliação da perviedade com 30 dias de pós- operatório. Trata-se de um estudo de coorte, prospectivo e analítico, conduzido em dois hospitais de referência no período de julho de 2021 a março de 2023. O estudo mostrou tendência a oclusão das artérias revascularizadas, com p=0,044. Na avaliação ambulatorial com 30 dias, as revascularizações suprageniculares que ocluíram possuíam média de IR 0,45 (dp± 0,22) e as que se mantiveram pérvias IR 0,64 (dp± 0,17), com p=0,034. As revascularizações infrageniculares que ocluíram possuíam médias 0,72 (dp ± 0,16) e as pérvias 0,69 (dp ± 0,17), p=0,658.