Sexually explicit media consumption and HIV/AIDS risk practices in northeastern Brazil

Objetivo: Analisar a influência do consumo de Mídias Sexuais Explícitas nas práticas de risco ao HIV/Aids em residentes da região nordeste do país. Métodos: Trata-se de um estudo analítico, transversal, incluindo 349 residentes da região nordeste com idade a partir de 18 anos. Os dados foram coletad...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Chaves, André Felipe de Castro Pereira, Araújo, Telma Maria Evangelista de, Sousa, Ellen Cristina Costa Leite, Almeida, Priscilla Dantas, Nunes, Rômulo Veloso, Lulendo, Eduardo Maziku
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Piauí (UFPI)
Repositorio:Revista de Enfermagem da UFPI
Idioma:portugués
inglés
OAI Identifier:oai:periodicos.ufpi.br:article/3933
Acesso em linha:https://periodicos.ufpi.br/index.php/reufpi/article/view/3933
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Mídia Audiovisual
Comportamento Sexual
Preservativos
HIV
Descrição
Resumo:Objetivo: Analisar a influência do consumo de Mídias Sexuais Explícitas nas práticas de risco ao HIV/Aids em residentes da região nordeste do país. Métodos: Trata-se de um estudo analítico, transversal, incluindo 349 residentes da região nordeste com idade a partir de 18 anos. Os dados foram coletados de forma online, no período de julho a dezembro de 2021, utilizando-se questionário adaptado. A variável desfecho foi o uso do preservativo nas relações sexuais (sim/não). Realizou-se a Regressão de Logística Múltipla Hierárquica com razão de chance ajustada, para explicar o efeito das variáveis preditoras sobre a variável dependente. Resultados: Ter renda maior que um salário-mínimo e estar solteiro aumentam as chances de uso do preservativo, enquanto estar namorando, casado ou unido, coito interrompido, sexo sem penetração, conhecimento do status sorológico e das parcerias, uso de Profilaxia Pré-Exposição, dificuldades e impossibilidades de acesso ao preservativo na pandemia foram fatores de proteção contra o uso. Conclusão: O consumo de mídias sexuais explícitas não influenciou o não uso de preservativo. Entretanto, observaram-se práticas utilizadas como preventivas ao HIV/Aids, que desconsideram a prevenção combinada implicando na necessidade de implementação de estratégias de educação sexual com vistas à prevenção do HIV/Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis.