Avaliação do risco de desenvolvimento de fluorose dentária através da ingestão total de flúor, em crianças de 18 a 36 meses, no município de Penedo - AL
A utilização do flúor como medida preventiva e terapêutica tem mudado o perfil da doença cárie dentária, no entanto o aumento da exposição a múltiplas fontes de flúor tem proporcionado uma preocupação constante sobre o aumento da prevalência e severidade da fluorose dentária. O objetivo da presente...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2006 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/104198 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/104198 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Saúde bucal - Alagoas Fluor Fluorose dentaria Dentifrícios Dentifrices Fluorine Fluorosis, dental Oral health |
| Sumario: | A utilização do flúor como medida preventiva e terapêutica tem mudado o perfil da doença cárie dentária, no entanto o aumento da exposição a múltiplas fontes de flúor tem proporcionado uma preocupação constante sobre o aumento da prevalência e severidade da fluorose dentária. O objetivo da presente pesquisa foi analisar a ingestão total de flúor e avaliar o risco de desenvolvimento de fluorose dentária. A amostra foi composta por 55 crianças, de 18 a 36 meses de idade, que freqüentavam as creches (n=25) municipais e outras que residiam em um bairro (n=30) do município de Penedo-Al, tendo o mesmo a água de abastecimento público fluoretada. Foi aplicado, aos pais e/ou responsáveis, um questionário sobre os hábitos de higiene bucal das crianças. Para a análise da ingestão de flúor na dieta, a metodologia aplicada foi a técnica de duplicata da dieta sólida e líquida, durante dois dias consecutivos, enquanto que a ingestão de flúor pelo uso de dentifrício fluoretado foi estimada através da subtração do conteúdo de flúor contido na escova pelo conteúdo de flúor expectorado pela criança. Também foi analisada a regularidade da concentração de flúor adicionada à água da rede pública do referido município. Não existiu diferença significativa em função da ingestão total de flúor entre as crianças da creche e do bairro, respectivamente (lDP) 0,11l0,0463 e 0,09l0,0424 mgF/Kg peso/dia (Teste-t; p>0,05). A quantidade de flúor ingerida na dieta não ultrapassou a dose de risco para o desenvolvimento de fluorose preconizada de 0,05 a 0,07 mgF/Kg peso/dia. A ingestão de flúor através do dentifrício correspondeu a 64,5% do total ingerido nas creches. Fatores como: freqüência de escovação, quantidade de dentifrício colocado na escova, níveis de expectoração e a concentração de flúor solúvel do dentifrício utilizado tiveram correlação... |
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