Estudo da variação da microfilaremia em cães infestados por Dirofilaria immitis
Utilizaram-se 15 cães adultos, de ambos os sexos, com e sem definição racial, todos positivos para a presença de microfilárias na circulação periférica, para a observação da periodicidade das mesmas. A contagem das microfilárias foi realizada conforme ANGUS1 (1981). A variação da microfilaremia foi...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1995 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP) |
| Repositorio: | Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/52098 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/bjvras/article/view/52098 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Dirofilaria Dogs Dirofilaria immitis Microfilariae Cães Microfilaria |
| Sumario: | Utilizaram-se 15 cães adultos, de ambos os sexos, com e sem definição racial, todos positivos para a presença de microfilárias na circulação periférica, para a observação da periodicidade das mesmas. A contagem das microfilárias foi realizada conforme ANGUS1 (1981). A variação da microfilaremia foi observada durante um período de 24 horas, com amostras colhidas a intervalos de duas horas. Seis dos 15 cães foram submetidos a duas colheitas de material, uma em dia quente (temperatura ambiente média de 23°C) e outra em dia frio (temperatura ambiente média de 16°C). Analisando os resultados obtidos pode-se afirmar que as microfilárias de Dirofilaria immitis apresentam uma periodicidade, porém esta é muito variável, não obedecendo a um padrão fixo. Pode-se afirmar, também, que, uma vez presente, a microfilaremia não desaparece numa ou noutra colheita subseqüente, não dificultando o diagnóstico da parasitose. |
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