Sensoriamento remoto orbital.
Resumo: O sensoriamento remoto orbital utiliza satélites com sensores ativos (como RADAR e LIDAR, que emitem e captam radiação) e passivos (que dependem da luz solar, como os ópticos) para monitorar a superfície terrestre. Sensores ópticos fornecem informações para meteorologia e monitoramento da at...
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| Tipo de recurso: | capítulo de libro |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/1177154 |
| Acceso en línea: | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1177154 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Sensoriamento Remoto Remote sensing |
| Sumario: | Resumo: O sensoriamento remoto orbital utiliza satélites com sensores ativos (como RADAR e LIDAR, que emitem e captam radiação) e passivos (que dependem da luz solar, como os ópticos) para monitorar a superfície terrestre. Sensores ópticos fornecem informações para meteorologia e monitoramento da atmosfera, oceanos e superfície terrestre, com diferentes resoluções espaciais, radiométricas, espectrais e temporais. A plataforma MapBiomas usa séries temporais de imagens de satélite, como Landsat, para mapear a cobertura do solo no Brasil desde 1985, com foco na vegetação secundária. O Google Earth Engine (GEE) é uma ferramenta gratuita que oferece acesso a um vasto banco de dados de imagens de satélite e capacidade de processamento para diversas aplicações4444. O uso desses dados auxilia na tomada de decisões em projetos de restauração de ecossistemas, apesar de algumas limitações em escala local devido à resolução dos sensores. |
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