Como nos mobilizamos? A contribuição de uma abordagem pragmatista para a sociologia da ação coletiva

Traduzido por Bruno CardosoEste artigo analisa a pertinência de pesquisas “pragmáticas” feitas na França desde os anos 1980 e de ideias do pragmatismo americano para uma sociologia das mobilizações coletivas, a partir de quatro pontos: 1) O desenvolvimento de uma sociologia dos regimes de ação e de...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Cefaï, Daniel
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2009
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Repositório:Dilemas : Revista de Estudos de Conflito e Controle Social (Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:www.revistas.ufrj.br:article/7163
Acesso em linha:https://revistas.ufrj.br/index.php/dilemas/article/view/7163
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:pragmatismo, mobilizações coletivas, Escola de Chicago, sociologia francesa, público
Descrição
Resumo:Traduzido por Bruno CardosoEste artigo analisa a pertinência de pesquisas “pragmáticas” feitas na França desde os anos 1980 e de ideias do pragmatismo americano para uma sociologia das mobilizações coletivas, a partir de quatro pontos: 1) O desenvolvimento de uma sociologia dos regimes de ação e de procedimentos hermenêuticos; 2) A reativação da noção de “público”; 3) A concepção das redes e das organizações como arenas de experiência e de ação; 4) O enriquecimento da abordagem instrumental da cultura por uma concepção centrada na formação de experiências individuais e coletivas. This paper investigates the relevance of “pragmatic” studies conducted in France since the 1980s and of American pragmatist ideas regarding the sociology of collective movements based on four points: 1) the development of a sociology of regimes of action and hermeneutic procedures; 2) the revival of the notion of the “public”; 3) the conception of networks and organizations as arenas of experience and action; 4)the development of the instrumental approach to culture via a conception centered on the formation of individual and collective experiences.