Contribuição ao estudo farmacobotânico da Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli (chapéu-de-couro) - Alismataceae

A Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli - Alismataceae, conhecida como chapéu-de-couro, chá-mineiro, erva-de-pantâno, erva-de-bugre, congonha-do-brejo e erva-do-brejo, ocorre em Minas Gerais e São Paulo. Embora tenha importância terapêutica, comercial e estar inscrita nas duas primeiras edições d...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Leite, João Paulo V., Pimenta, Daniel S., Gomes, Rafael S. D. L., Barros, Ana Maria Dantas
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2007
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Repositorio:Repositório Institucional da UFJF
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/8966
Acceso en línea:http://dx.doi.org/10.1590/S0102-695X2007000200019
https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/8966
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:-
Echinodorus macrophyllus
Alismataceae
Morfo-anatomia
Morpho-anatomy
Descripción
Sumario:A Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli - Alismataceae, conhecida como chapéu-de-couro, chá-mineiro, erva-de-pantâno, erva-de-bugre, congonha-do-brejo e erva-do-brejo, ocorre em Minas Gerais e São Paulo. Embora tenha importância terapêutica, comercial e estar inscrita nas duas primeiras edições da Farmacopéia Brasileira (1924, 1959), são poucos os estudos que a contemplam. Este presente trabalho teve como objetivo estudar a morfoanatomia foliar e do pecíolo da E. macrophyllus, a fim de ampliar o seu conhecimento farmacognóstico, visando o controle de qualidade. A descrição macroscópica foi realizada à vista desarmada, com recursos óticos e as dimensões, com paquímetro. As características anatômicas foram determinadas, após a colheita, nos fragmentos de folhas e pecíolos fixos, seccionados à mão livre e fixados em glicerina, azul-de-astra ou fucsina. O estudo morfo-anatômico da folha e do pecíolo da E. macrophyllus contribuiu para ampliar e aprofundar as informações contidas nas Farmacopéias Brasileiras (1924, 1959). As características estruturais assinaladas auxiliam na identificação da espécie e fornece parâmetros que poderão ser aplicados futuramente no controle de qualidade farmacognóstico. E, inseriu no contexto da descrição anatômica, a presença de pêlos tectores e de células diafragmáticas, estruturas chaves no diagnóstico da espécie, não descritas pelas Farmacopéias Brasileiras (1929, 1959).