A midiatização do terrorismo em paris: processos de circulação midiática através do portal G1 / The mediatization of terrorism in paris: media circulation processes through portal G1
A midiatização enquanto fenômeno comunicacional no jornalismo tem se apresentado a partir de práticas de midiatização de natureza sociotécnica discursiva, no qual produtores e receptores geram mercados discursivos nos espaços de conversação. No caso, especificamente, dos atentados de Paris, os proc...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/29075 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/29075 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Midiatização mercados discursivos circulação midiática. |
| Sumario: | A midiatização enquanto fenômeno comunicacional no jornalismo tem se apresentado a partir de práticas de midiatização de natureza sociotécnica discursiva, no qual produtores e receptores geram mercados discursivos nos espaços de conversação. No caso, especificamente, dos atentados de Paris, os processos de midiatização produziram circulação discursiva, para além das páginas dos portais, cujas operações e funcionamento são evidenciados através da oferta de produtos simbólicos e das estratégias discursivas. Nesse sentido, o presente artigo tem como objetivo analisar os processos de midiatização no que tange a compreender o seguinte problema “como os processos de midiatização do terrorismo em Paris produziram efeitos de circulação midiática no âmbito do Portal G1?”. Para investigar o problema, faremos análise descritiva sobre as práticas de midiatização discursiva procurando identificar as marcas e registros de circulação midiática, tomando como referência o esquema de midiatização do Verón, a noção de circulação midiática “além borda” do Fausto Neto, e por meio da concepção de circulação de Braga enquanto “fluxo contínuo e adiante”. |
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