Pau preto: uma etnografia da pornografia homoerótica masculina, envolvendo desejos e afetos entre produtores de conteúdo e usuários das redes sociais Grindr, OnlyFans, Twitter e XVídeos
Interseccionalidade tem sido utilizada como a principal ferramenta analítica para se compreender as dores e afetos de corpos que se tornaram alvo de opressão. Porém, se encontrar nesse meio é solitário. Este trabalho tem por intuito evidenciar o espaço ocupado por corpos negros masculinos e queers,...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Fluminense (UFF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:app.uff.br:1/34300 |
| Acceso en línea: | https://app.uff.br/riuff/handle/1/34300 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Pornografia Negritude Identidade Etnografia OnlyFans, XVideos, Grindr, Twitter Negro Porn Blackness Identity Ethnography |
| Sumario: | Interseccionalidade tem sido utilizada como a principal ferramenta analítica para se compreender as dores e afetos de corpos que se tornaram alvo de opressão. Porém, se encontrar nesse meio é solitário. Este trabalho tem por intuito evidenciar o espaço ocupado por corpos negros masculinos e queers, seus afetos e trocas econômicas dentro do mercado pornográfico. Através de entrevistas com produtores de conteúdo +18 da plataforma OnlyFans e análise de conteúdo do Twitter, Grindr e XVideos, procuro mostrar como, em uma finalidade mercadológica e identitária, indivíduos se encontram sobre o estereótipo para construir desejo. Desta forma, meu projeto procura, através de uma jornada inspirada pelo filme Moonlight, expor a descoberta sexual destes corpos, através de uma visão interseccional que prioriza o indivíduo e seus sentimentos em contraponto a sua identidade. |
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