DA LIBERDADE IN NATURA À LIBERDADE MEDIADA NA OBRA O INGÊNUO (L’INGÉNU) DE VOLTAIRE
Este artigo apresenta a liberdade e seu paradoxo como tema central no romance filosófico L'Ingénu, de Voltaire. O objetivo central deste artigo é demonstrar que há uma passagem da liberdade in natura ou em si para a liberdade mediada ou para-si no interior da obra. Esta passagem tem na figura d...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Piauí (UFPI) |
| Repositorio: | Pensando |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufpi.br:article/3369 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufpi.br/index.php/pensando/article/view/3369 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Liberdade L'Ingénu Romance Filosófico Voltaire |
| Sumario: | Este artigo apresenta a liberdade e seu paradoxo como tema central no romance filosófico L'Ingénu, de Voltaire. O objetivo central deste artigo é demonstrar que há uma passagem da liberdade in natura ou em si para a liberdade mediada ou para-si no interior da obra. Esta passagem tem na figura de Eros e na formação humanista do Ingênuo, na Bastilha, seu fundamento e seu paradoxo. Eros apenas encaminha essa passagem, sendo a cultura, a filosofia e as artes, as que marcam a liberdade mediada no Ingênuo, pois a liberdade mediada só é possível após o conhecimento refletido, visto que ela se encontra em pacto com a universalidade racional. |
|---|