Ultrasonography for long-term evaluation of hyaluronic acid filler in the face: A technical report of 180 days of follow-up
Objetivo: Neste estudo, utilizamos a ultrassonografia para monitorar o uso do ácido hialurônico (AH) como preenchimento facial para razões estéticas. Monitoramos mudanças na forma, distribuição e relação do preenchimento com estruturas anatômicas adjacentes. estruturas durante um período de 180 dias...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/71542 |
| Acceso en línea: | https://doi.org/10.5624/isd.2020.50.2.175 http://hdl.handle.net/1843/71542 https://orcid.org/0000-0002-6074-5093 https://orcid.org/0000-0001-6541-9281 https://orcid.org/0000-0002-8425-5339 https://orcid.org/0000-0001-9244-6859 https://orcid.org/0000-0001-9467-5137 https://orcid.org/0000-0002-6642-3650 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ultrasonography Esthetics Hyaluronic Acid Dermal Fillers Ultrassonografia Estética Dentária Ácido Hialurônico Preenchedores Dérmicos |
| Sumario: | Objetivo: Neste estudo, utilizamos a ultrassonografia para monitorar o uso do ácido hialurônico (AH) como preenchimento facial para razões estéticas. Monitoramos mudanças na forma, distribuição e relação do preenchimento com estruturas anatômicas adjacentes. estruturas durante um período de 180 dias. Materiais e Métodos: Dois pacientes receberam, cada um, uma injeção de AH guiada por ultrassom, com produtos diferentes e locais de aplicação para cada paciente. Em 1 paciente a injeção foi administrada no ângulo da mandíbula, enquanto no outro, foi administrado na região zigomática. Os locais de injeção foram monitorados via ultrassonografia aos 24 horas, 30 dias e 180 dias, momentos em que foram observadas as características de imagem do preenchedor. Todas as injeções foram realizados pelo mesmo profissional, assim como os exames ultrassonográficos, realizados no mesmo equipamento. Resultados: Em ambos os casos, os preenchimentos de AH foram visualizados por ultrassom em todos os momentos. Algumas diferenças foram observado entre os casos nas imagens e a distribuição dos bolsões de preenchimento. Em 1 caso, o preenchimento apareceu como uma região hipoecóica escura com contornos bem definidos, e observou-se que o material se moveu posteriormente por a marca dos 180 dias. No outro caso, o material parecia hiperecóico em relação ao caso anterior e não apresentava mudanças perceptíveis em sua distribuição ântero-posterior ao longo do tempo. Conclusão: Com base nesses 2 casos, a ultrassonografia pode ser uma ferramenta complementar utilizada para monitorar os preenchimentos faciais ao longo do tempo. a longo prazo, permitindo a observação dinâmica de diferentes enchimentos. |
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