Ritual indígena Karõ Krahó : uma análise da produção imagética no Festival Folclórico de Parintins (2022)

O estudo objetivou compreender a representação imagética do Ritual indígena Karõ Krahó: a batalha das almas, bem como identificar e descrever o “item 4” do regulamento da 55ª edição do Festival Folclórico de Parintins, apresentado pela Associação Folclórica Boi-bumbá Garantido, na primeira noite do...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Souza, Luciano Souza de
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/270396
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/270396
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Boi-bumbá : Folclore : Brasil
Festival folclorico de parintins
Imagem
Alegoria
Boi-bumba
Parintins Folk Festival
Image
Alegory
Descripción
Sumario:O estudo objetivou compreender a representação imagética do Ritual indígena Karõ Krahó: a batalha das almas, bem como identificar e descrever o “item 4” do regulamento da 55ª edição do Festival Folclórico de Parintins, apresentado pela Associação Folclórica Boi-bumbá Garantido, na primeira noite do referido Festival, em 2022. A pesquisa foi realizada nas dependências da “Cidade” Garantido (sede do boi) e Bumbódromo de Parintins. Surgiu a partir de inquietações referentes as observações das imagens nos cenários alegóricos apresentados pelos Bumbás, visto que a totalidade das imagens representadas não fazem parte do universo indígena. A Festa de Parintins é marcada pela rivalidade entre os Bois-bumbás: Caprichoso e Garantido. No entanto, a batalha na arena é de quem se apresenta melhor. Diante dessa premissa, buscou-se fazer um estudo de como os artistas elaboram essas imagens bem como quais os critérios de escolha utilizam ou mesmo quais fontes pesquisam para fundamentar as narrativas míticas dos povos originários do Brasil. Para tanto, fez-se uma Revisão de Literatura sobre autores que abordaram o Festival Folclórico de Parintins como Braga (2002,2022), Nogueira (2008,2014), Cavalcanti (2018), Farias (2005), Valentin (2005), Batalha (2010) Silva (2014 e 2015). Outros nos ajudaram a compreender questões sobre o como: Campbell (2002), Strauss (2000), Eliade (1972); sobre a cultura Cascudo (2001), Chauí (2000) Freire (2000), sobre as imagens como Manguel (2011). Optou-se em fazer um estudo de caso pragmático e descritivo quando acontecia o fenômeno folclórico. As observações evidenciaram esclarecimentos a respeito das fontes de imagens que os atores buscam para dar uma narrativa figurativa. Por fim, observou-se, de forma direta, o processo das concepções alegóricas em todas as suas etapas. Entende-se que a produção de imagens é um processo dinâmico que merece um estudo mais aprofundado, pois existem muitas lacunas que precisam ser preenchidas, sendo que se considera que a força comunicativa das imagens apresentadas nessa releitura vão mais além do que narrativas literárias.