Alteridade e educação em Levinas
O texto tem o objetivo de apresentar a categoria de subjetividade e seusmodos de expressão no pensamento de Levinas, como inspiração para oensino de Filosofia. Seu pensamento emerge nesta tendo como novidadefundamental a alteridade, a qual marca toda sua obra. Sua crítica aopensamento ocidental recl...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Perspectiva Filosófica (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:oai.periodicos.ufpe.br:article/230202 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufpe.br/revistas/perspectivafilosofica/article/view/230202 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Levinas Subjetividade Alteridade Educação |
| Sumario: | O texto tem o objetivo de apresentar a categoria de subjetividade e seusmodos de expressão no pensamento de Levinas, como inspiração para oensino de Filosofia. Seu pensamento emerge nesta tendo como novidadefundamental a alteridade, a qual marca toda sua obra. Sua crítica aopensamento ocidental reclama o fato de ele ter negado a significação dooutro. Levinas constatou que os esforços da razão ocidental em explicitaras problemáticas questões do ser, os modos de conhecimentos possíveise as formas de agir constituíram-se na própria identidade da Filosofia. Aidentificação entre pensamento e ser tornou o pensar incapaz de abrir-separa a alteridade. Assim, o pensamento atuou como um movimento circular,reduzindo o que era diferente à mesmidade. Ao primado da identidade domesmo, Levinas propõe uma transformação para o fazer filosófico, queatinge tanto os conteúdos nucleares e os métodos da Filosofia, como asua perspectiva mais geral. No que concerne aos conteúdos, ele propõea “ética como filosofia primeira”. A dimensão ontológica centrada no sercede lugar ao humano como locus originário da busca da inteligibilidade edo sentido. O humano perde o caráter de objeto de investigação teórica esujeito cognoscente e torna-se polo de uma relação intersubjetiva fundadano diálogo aberto e no respeito incondicional à diferença do outro. Asubjetividade plasma-se como instância fundamentalmente ética e podeexpressar-se no desejo desinteressado pelo outro; na responsabilidade porele e tem como medida a desmedida do infinito; na escuta paciente dequem reconhece no falante uma autoridade ensinante; na hospitalidade,como aquele que se alegra pela visitação desarranjadora do visitanteinusitado; no encontro face a face com o rosto de outrem que traz umasignificação originária e originante de novos sentidos: dizer de aprendizese ensinantes. |
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