Repercussões neurocomportamentais e cardiorrespiratórias do posicionamento hammock em recém-nascidos pré-termos em uma unidade de terapia intensiva neonatal: estudo observacional

Introdução: O posicionamento Hammock tem sido utilizado por profissionais da saúde brasileiros como uma prática da atenção humanizada em recém-nascidos pré-termo (RNPT) em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Seu uso é pautado na premissa de que contribua para o adequado desenvolvimento do...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Lima, Cintia Raquel de, http://lattes.cnpq.br/2910297324955747
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFAM
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://tede.ufam.edu.br/handle/:tede/7731
Acceso en línea:https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/7731
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Tratamento intensivo neonatal
Neonatologia
Posicionamento Hammock
Recém-nascidos pré-termo
Triagem neonatal
CIÊNCIAS DA SAÚDE
Recém-Nascido Prematuro
Posicionamento do Paciente
Unidades de Terapia Intensiva Neonatal
Modalidade de Fisioterapia
Descripción
Sumario:Introdução: O posicionamento Hammock tem sido utilizado por profissionais da saúde brasileiros como uma prática da atenção humanizada em recém-nascidos pré-termo (RNPT) em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Seu uso é pautado na premissa de que contribua para o adequado desenvolvimento do sistema vestibular, integração sensorial, equilíbrio e propriocepção, evitando extensões ou retrações indesejadas, promovendo reorganização tônica e comportamental e levando ao relaxamento e diminuição do estresse, favorecendo o ganho de peso em RNPT. Contudo, existem poucas evidências científicas sobre o tema. Objetivo: analisar as repercussões neurocomportamentais e cardiorrespiratórias do posicionamento Hammock em RNPT em UTIN. Método: estudo de coorte observacional, prospectivo e analítico. As variáveis foram observados 5 minutos antes, durante (1 e 2 horas), no último momento do posicionamento; e 5 e 30 minutos após: variáveis neurocomportamentais por meio das escalas Brazelton Neonatal Behavioral Assessment Scale (BNBAS), Neonatal Infant Pain Scale (NIPS), Escala Neonatal Facial Coding System (NFCS) e PIPP: Premature Infant Pain Profile e as variáveis cardiorrespiratórias: frequência cardíaca (FC), frequência respiratória (FR) e saturação periférica de oxigênio (SpO2). O processamento dos dados foi realizado pelo programa SPSS (Statistical Package for the Social Sciences 22) e eles foram apresentados como estatística descritiva simples (percentual -%, média, desvio padrão, mediana e intervalo interquartil – IQR). As medianas foram comparadas pelos testes de Friedman, Q Cochran e ANOVA para medidas repetidas, atribuindo-se como significativos resultados com p<0,05. Resultados: Foram observados 45 RNPT, nascidos com idade gestacional entre 25-35 semanas. Os RNPT evoluíram progressivamente para o sono profundo durante o posicionamento Hammock (p= 0,007 teste Q de Cochran). Os RNPT não estavam com dor antes do posicionamento Hammock, variável que nãos e alterou com o procedimento (p > 0,05, teste Q de Cochran). As variáveis cardiorrespiratórias mantiveram-se dentro dos limites de normalidade, também sem alterações (p > 0,05, teste de Friedman e ANOVA para medidas repetidas). Conclusão: O posicionamento Hammock induziu ao sono profundo e não alterou as variáveis cardiorrespiratórias.