Memorias oscuras: caminos mineros de un Schindler en Bolivia
Este artigo busca retratar através de intersecções entre narrativas escritas e imagens fotográficas, a atuação de Mauricio Hochschild - um dos barões da mineração na Bolívia - na proteção de judeus exilados e fugitivos dos horrores do nazismo alemão, entre os anos de 1938 e 1939. O museu, como espaç...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Cadernos PROLAM/USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/192113 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/prolam/article/view/192113 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Museo Minería Nazismo Holocausto Memoria Museu Memória Mineração Museum Mining Nazism Holocaust Memory |
| Sumario: | Este artigo busca retratar através de intersecções entre narrativas escritas e imagens fotográficas, a atuação de Mauricio Hochschild - um dos barões da mineração na Bolívia - na proteção de judeus exilados e fugitivos dos horrores do nazismo alemão, entre os anos de 1938 e 1939. O museu, como espaço de construção de memórias, se constituiu como fonte para a escrita deste artigo. Tendo como embasamento teórico os pensamentos de autores como Silveira; Filho (2005), Bosi (1987;1994), Didi-Huberman (2010), Pollak (1992), Palma (2015) entre outros, nos propusemos a tecer diálogos objetivando construir novos sentidos a uma história vivida, entre tantas outras, em espaços de completa escuridão. |
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