Função olfatória e qualidade de vida nos endótipos inflamatórios da rinossinusite crônica
Resumo: INTRODUÇÃO: A rinossinusite crônica é uma afecção comum que causa queda na qualidade de vida e perda olfatória Segundo novos guidelines, o enfoque da classificação não está mais nos fenótipos, mas na endotipagem tecidual e na análise do padrão inflamatório Como cada um desses novos grupos in...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual de Londrina (UEL) |
| Repositório: | Repositório Institucional da UEL |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.uel.br:123456789/9015 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.uel.br/handle/123456789/9015 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Inflamação Olfato Rinossinusite Sinusite Inflammation Olfaction Rhinosinusitis Sinusitis |
| Resumo: | Resumo: INTRODUÇÃO: A rinossinusite crônica é uma afecção comum que causa queda na qualidade de vida e perda olfatória Segundo novos guidelines, o enfoque da classificação não está mais nos fenótipos, mas na endotipagem tecidual e na análise do padrão inflamatório Como cada um desses novos grupos interfere na qualidade de vida e na olfação ainda é desconhecido OBJETIVOS: Avaliar a associação do perfil de resposta inflamatória de pacientes com rinossinusite crônica com função olfatória e qualidade de vida MÉTODO: Estudo transversal conduzido na Universidade Estadual de Londrina, incluindo 73 pacientes com rinossinusite crônica Os pacientes foram classificados em padrão endotípico Th2 e não-Th2 com base em níveis de IgE e eosinofilia Além disso, todos os sujeitos realizaram o Teste de Identificação do Olfato da Universidade da Pensilvânia (UPSIT) e responderam ao Sino Nasal Outcome Test (SNOT-22) RESULTADOS: A média da idade dos participantes foi de 45,5 anos (± 16,2), a maioria deles com pólipos nasais (75,3%); vinte e cinco eram asmáticos (34,2%) e 9 eram tabagistas (12,3%) O grupo Th2 demonstrou menor pontuação do UPSIT (p<,1), assim como maior pontuação no questionário SNOT-22 (p=,2) Foi observada maior prevalência de asma no grupo Th2 (p=,3), mas não foi observada diferença para intolerância a AINES (p=,26) e tabagismo (p=,8) entre os grupos CONCLUSÃO: O estudo demonstrou pior função olfatória e menor qualidade de vida em pacientes com rinossinusite crônica com padrão inflamatório Th2 Este estudo reforça a evidência de que mais estudos sobre terapias específicas contra resposta inflamatória tipo Th2 devem ser encorajadas |
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