Labirintos do nada: a crítica de Nietzsche ao niilismo de Schopenhauer

As filosofias da Vontade de Arthur Schopenhauer e Friedrich Wilhelm Nietzsche apresentam duas posturas antagônicas em relação ao sentido da vida. Em ambos a vida deve ser explicada como a expressão de uma força cega e irracional, tornando-se sinônimo de dor e sofrimento - contudo, a reação de cada u...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Salviano, Jarlee Oliveira Silva
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2007
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-10072008-103423
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8133/tde-10072008-103423/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Asceptism
Ascetismo
Nietzsche
Nihilism
Niilismo
Pessimism
Pessimismo
Schopenhauer
Vontade
Will
Descripción
Sumario:As filosofias da Vontade de Arthur Schopenhauer e Friedrich Wilhelm Nietzsche apresentam duas posturas antagônicas em relação ao sentido da vida. Em ambos a vida deve ser explicada como a expressão de uma força cega e irracional, tornando-se sinônimo de dor e sofrimento - contudo, a reação de cada um diante deste achado filosófico do século XIX os coloca em caminhos contrários. No elogio schopenhaueriano da negação da vontade, da fuga ascética em direção ao Nada, Nietzsche encontra o antípoda de sua filosofia, o niilismo passivo contra o qual propõe o niilismo ativo da afirmação do Eterno retorno.