As organizações dos trabalhadores rurais (sindicato, associação, cooperativa) e a agricultura familiar - uma reflexão sobre Goiás
Foi no período compreendido entre 1945 e 1964 que os trabalhadores rurais brasileiros e suas organizações ganharam maior visibilidade. Mais tarde, quando se constituiu efetivamente um movimento sindical específico, os mesmos passaram a ser reconhecidos pela denominação genérica de “trabalhadores rur...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1999 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRRJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/20306 |
| Acceso en línea: | https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/20306 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Agronomia Pequenos produtores rurais oposição sindical movimentos sociais no campo Small farmers union opposite rural social movements |
| Sumario: | Foi no período compreendido entre 1945 e 1964 que os trabalhadores rurais brasileiros e suas organizações ganharam maior visibilidade. Mais tarde, quando se constituiu efetivamente um movimento sindical específico, os mesmos passaram a ser reconhecidos pela denominação genérica de “trabalhadores rurais”. Em ambos os períodos o segmento dos “pequenos produtores” - junto com suas lutas e demandas - esteve dissolvido em meio às bandeiras e reivindicações que eram tidas como prioritárias pelos movimentos: as referentes à reforma agrária e aos direitos trabalhistas. Entretanto, em meados dos anos 70 este segmento passou a constituir uma nova identidade - “pequeno produtor” -, com a qual seguiu sendo reconhecido ao longo daquela década e da seguinte, associado às questões relativas à política agrícola. Na metade final da década de 80 surgiram e proliferaram as associações e houve uma tentativa de mudar o sinal na direção das grandes cooperativas com os pequenos produtores passando à sua gestão. Finalmente, em meados dos anos 90, o movimento sindical absorveu uma nova identificação para o mesmo segmento: “produtor familiar”, associando esta denominação à busca de um “projeto alternativo de desenvolvimento rural sustentável”, passando ambos a se constituírem em prioridade deste mesmo movimento. O presente estudo se propõe a resgatar o “lugar” que foi sendo ocupado pela “pequena produção” / “agricultura familiar”, ao longo do tempo, bem como analisar o relacionamento deste segmento com as organizações - sindicato, associação e cooperativa. O estudo está perpassado pelas categorias sociológicas “representação”, “identidade” e “mediação”, que se fazem permanentemente presentes. Como ilustração, o trabalho relata e analisa a experiência do município goiano de Itapuranga, onde é possível identificar os elementos que permeiam seu objeto. |
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