Modelagem hidrológica de uma microbacia florestada da Serra do Mar, SP
Utilizou-se o modelo hidrológico TOPMODEL, baseado em aspectos físicos e topográficos, em uma das três microbacias do Laboratório de Hidrologia Florestal Eng. Agr. Walter Emmerich, do Instituto Florestal/SP. O modelo usa um índice topográfico que indica as áreas de contribuição para o deflúvio da mi...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2004 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRN |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufrn.br:123456789/30371 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/30371 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Modelagem Hidrologia florestal Microbacia Mata atlântica Simulação Corte raso |
| Sumario: | Utilizou-se o modelo hidrológico TOPMODEL, baseado em aspectos físicos e topográficos, em uma das três microbacias do Laboratório de Hidrologia Florestal Eng. Agr. Walter Emmerich, do Instituto Florestal/SP. O modelo usa um índice topográfico que indica as áreas de contribuição para o deflúvio da microbacia e permite simular a vazão e analisar o comportamento hidrológico da microbacia. A primeira parte do trabalho buscou determinar os valores iniciais dos parâmetros de calibração, testar a validade das premissas do modelo, e, principalmente, compreender melhor o funcionamento hidrológico da bacia D. Os resultados indicam uma eficiência maior para as simulações de eventos isolados do que para as de períodos longos. A simulação do comportamento hidrológico em função do corte raso mostrou uma diminuição do tempo de pico e um aumento significativo do volume de vazão simulado: de 17 % a 44 %, em comparação a bacia D coberta com floresta. Mostram, também, que de 7 % a 93 % do deflúvio é gerado a partir das áreas variáveis de afluência (A.V.A.) |
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