Avaliação da atividade mutagênica e fitoestrogênica das plantas Davilla nitida Vahl. e Davilla elliptica St. Hil (Dilleniaceae)

Davilla nitida Vahl. e D. elliptica St. Hil (Dilleniaceae) são plantas distribuídas, predominantemente, no Cerrado Brasileiro, utilizadas, na medicina popular, para tratar distúrbios gástricos, intestinais e inchaços, principalmente na região dos testículos e linfonodos. Considerando a importância d...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Biso, Fabiana Izilda [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/91682
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/91682
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Plantas medicinais
Flavonoides
Davilla nitida
Davilla elliptica
Descripción
Sumario:Davilla nitida Vahl. e D. elliptica St. Hil (Dilleniaceae) são plantas distribuídas, predominantemente, no Cerrado Brasileiro, utilizadas, na medicina popular, para tratar distúrbios gástricos, intestinais e inchaços, principalmente na região dos testículos e linfonodos. Considerando a importância de investigar os efeitos farmacológicos e toxicológicos de espécies vegetais utilizadas com fins terapêuticos, que podem tornar-se alvo na pesquisa de novos fármacos, foi objetivo do presente trabalho avaliar a atividade fitoestrogênica e genotóxica dessas duas espécies de Davilla, utilizando, para tanto, ensaios de proliferação celular com células MCF-7 de tumor de mama humano, ensaios de mutação gênica reversa com Salmonella typhimurium (teste de Ames) e ensaios com plasmídeo pUC9.1, para analisar quebras nas fitas de DNA. A atividade fitoestrogênica de flavonóides isolados de D. elliptica (quercetina, quercetina-3-O-α-L-rhamnopiranosídeo, miricetina e miricetina-3-O-α-L-rhamnopiranosídeo) não pôde ser propriamente caracterizada devido ao perfil de resposta da linhagem celular MCF-7, utilizada nos ensaios de proliferação. No teste de Ames, os extratos metanólico, hidroalcoólico e a fração acetato de etila de D. nitida, bem como os extratos metanólico, etanólico e clorofórmico de D. elliptica induziram mutações nas linhagens de S. typhimurium. Na presença de cobre, as frações aquosa e acetato de etila das duas plantas, e as substâncias puras, quercetina, quercetina-3- O-α-L-rhamnopiranosídeo, miricetina, miricetina-3-O-α-L-rhamnopiranosídeo e ácido gálico, isoladas de D. elliptica, apresentaram potencial genotóxico, promovendo quebras nas cadeias do DNA, em ensaios realizados com plasmídeo pUC9.1. Tais respostas são compatíveis com a literatura, que relata que algumas classes de metabólitos secundários...