Reparação óssea em enxerto alógeno fresco congelado na calvária de coelhos: análises histológica e histomorfométrica

A utilização de enxerto ósseo autógeno previamente à instalação de implantes osseointegráveis tem apresentado bons resultados, entretanto, a necessidade de uma segunda área cirúrgica como fonte doadora e o grau de morbidade da técnica têm direcionado a busca por alternativas seguras para a reconstru...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Macedo, Luís Guilherme Scavone de [UNESP]
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/105550
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/105550
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Ossos - Enxerto
Implantes dentários
Banco de ossos
Enxerto alogêno
Bone graft
Bone transplantation
Dental implants
Bone banks
Allogeneic graft
Descripción
Sumario:A utilização de enxerto ósseo autógeno previamente à instalação de implantes osseointegráveis tem apresentado bons resultados, entretanto, a necessidade de uma segunda área cirúrgica como fonte doadora e o grau de morbidade da técnica têm direcionado a busca por alternativas seguras para a reconstrução óssea. O propósito desta pesquisa foi avaliar o efeito do enxerto de osso alógeno fresco congelado, oriundo de Banco de Tecido, em comparação ao autógeno no processo de reparação de enxertos na calvária de coelhos. Foram utilizados 15 coelhos adultos, nos quais foram realizados 2 enxertos em blocos nos ossos parietais, divididos aleatoriamente nos seguintes grupos de acordo com o tratamento: autógeno (A – enxerto com osso autógeno) e alógeno (B – enxerto com osso alógeno processado em Banco). Decorridos 15, 30 e 60 dias, 5 animais foram sacrificados por período, sendo as peças contendo os enxertos processadas para análises histológica e histomorfométrica. Os resultados foram submetidos ao teste RM ANOVA e de comparação múltipla de Tukey, demonstrando diferenças estatisticamente significantes entre os grupos e entre os tempos estudados. Concluímos que o enxerto alógeno promove formação óssea, porém em menor quantidade e de forma mais lenta em comparação ao enxerto autógeno