Juízo e opinião em Hannah Arendt
A primeira parte deste texto reconstrói a história da filosofia política, tal como contada por Hannah Arendt a partir de alguns dos seus personagens principais: Platão, Hegel e Marx. A despeito dos distintos contextos, problemas e eventos aos quais respondem, estes filósofos apresentam um traço comu...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Cadernos de Filosofia Alemã (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/156216 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/filosofiaalema/article/view/156216 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Hannah Arendt Political philosophy Pluralism Judgment Opinion Filosofia política Pluralidade Juízo Opinião |
| Sumario: | A primeira parte deste texto reconstrói a história da filosofia política, tal como contada por Hannah Arendt a partir de alguns dos seus personagens principais: Platão, Hegel e Marx. A despeito dos distintos contextos, problemas e eventos aos quais respondem, estes filósofos apresentam um traço comum: a fuga da política e a hostilidade contra a pluralidade humana. Trata-se de mostrar que, para Arendt, a possibilidade de uma nova filosofia política depende desse exercício de submeter a filosofia política ocidental a uma crítica radical. A segunda parte analisa as soluções filosóficas que Arendt apresenta na sua tentativa de reconciliar a filosofia com a política no que diz respeito a dois temas centrais e interligados: a formação do juízo e da opinião. A formação dialógica e intersubjetiva de opinião (que Arendt formula com Sócrates) e o pensamento representativo (que Arendt formula com Kant) são, na minha interpretação, dois dos momentos mais potentes da sua obra, capazes de fornecer insights preciosos para a constante atualização do seu pensamento político. |
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