Vozes fora dos eixos: princípios de experimentação vocal para uma pedagogia das vozes para atrizes e atores
O presente estudo parte da análise de processos de experimentação e formação vocal que têm na improvisação sua principal ferramenta com o objetivo de desenvolver uma proposta pedagógica que propicie a atrizes e atores de teatro serem criadores com e através da própria vocalidade. A partir de reflexõ...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/244117 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/244117 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Voz - Educação Canto Improvisação (Representação teatral) Criação (Literária, artística, etc.) |
| Sumario: | O presente estudo parte da análise de processos de experimentação e formação vocal que têm na improvisação sua principal ferramenta com o objetivo de desenvolver uma proposta pedagógica que propicie a atrizes e atores de teatro serem criadores com e através da própria vocalidade. A partir de reflexões decorrentes da trajetória da autora como artista, professora e pesquisadora, destacando-se pesquisas no âmbito da pedagogia teatral, processos criativos experimentais e procedimentos de ensino-aprendizagem busca-se, através de escolhas conscientes, identificar princípios para compor uma proposta de pedagogia vocal que tem na mediação o eixo que articula sujeito, objeto, habilidades pedagógicas e afetividade. Para apoiar estas reflexões, aplicam-se alguns conceitos, como o conceito de vocalidade, de acordo com Paul Zumthor, o conceito de unicidade, conforme Adriana Cavarero e a ideia de que o trabalho criativo e o treinamento de atrizes e atores configuram-se como um trabalho de transformação profunda do ser que vão além da aquisição de técnicas, ideias defendidas e praticadas por Konstantin Stanislavski, Antonin Artaud e Eugenio Barba. |
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