Um processo na escuta psicanalítica: três sujeitos, três tempos, três caminhos distintos

Quando trabalhamos pela orientação da psicanálise defendemos a escuta do singular, considerando que cada sujeito encontra sua própria maneira de estabelecer, de estar no laço social. Ao mesmo tempo, buscamos um diagnóstico que oriente a direção do tratamento, porém nem sempre conseguimos localizar c...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Peixoto, Marília Vidinhas
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/14701
Acceso en línea:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/14701
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Psychoanalysis Diagnoses
Psycho
Neurosis
Ordinary Psychoses
Diagnóstico na Psicanálise
Psicose
Neurose
Psicose Ordinária
Psicanálise
Psicoses Diagnóstico
Neuroses Diagnóstico
CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA
Descripción
Sumario:Quando trabalhamos pela orientação da psicanálise defendemos a escuta do singular, considerando que cada sujeito encontra sua própria maneira de estabelecer, de estar no laço social. Ao mesmo tempo, buscamos um diagnóstico que oriente a direção do tratamento, porém nem sempre conseguimos localizar claramente essa categorização. Nesses casos, devemos ficar atentos aos traços que nos conduzam para um diagnóstico diferencial. Nesta dissertação, partimos de três casos clínicos que seguem em tratamento há pelo menos cinco anos e nos provocam à articulação teórica a partir da psicose. Jonas é um psicótico clássico, com delírio estruturado. Valentina e Caio aproximam-se pela gravidade de seus sintomas, mas quando partimos dos referenciais diagnósticos da psicanálise buscamos traços estruturais que estão para além do sintoma observável e definimos diagnósticos distintos para eles, a saber: neurose e psicose ordinária. Assim, após a descrição dos casos clínicos, trabalhamos com Freud e o Complexo de Édipo, em seguida Lacan com o conceito de Nome do Pai e, por fim a clínica borromeana que permitiu a teorização acerca das psicoses ordinárias