Seroprevalence of Trypanosoma vivax, Anaplasma marginale, and Babesia bovis in dairy cattle

Com o objetivo de determinar a prevalência de anticorpos IgG anti-Trypanosoma vivax, Anaplasma marginale e Babesia bovis em bovinos leiteiros no Sul de Minas Gerais, quatrocentas fêmeas bovinas adultas provenientes de 40 propriedades leiteiras foram selecionadas aleatoriamente e distribuídas por 14...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Barbieri, Jonata de Melo, Blanco, Yuly Andrea Caicedo, Bruhn, Fábio Raphael Pascoti, Guimarães, Antônio Marcos
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/57800
Acceso en línea:https://repositorio.ufla.br//handle/1/57800
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Anaplasmosis
Babesiosis
Dairy cattle
Enzootic stability
Trypanosomiasis
Anaplasmose
Babesiose
Bovinos leiteiros
Estabilidade enzoótica
Tripanossomíase
Descripción
Sumario:Com o objetivo de determinar a prevalência de anticorpos IgG anti-Trypanosoma vivax, Anaplasma marginale e Babesia bovis em bovinos leiteiros no Sul de Minas Gerais, quatrocentas fêmeas bovinas adultas provenientes de 40 propriedades leiteiras foram selecionadas aleatoriamente e distribuídas por 14 municípios localizados na região Sul de Minas Gerais. A soroprevalência foi determinada pela reação de imunofluorescência indireta (RIFI). Foram realizadas entrevistas para caracterizar os produtores e a produção leiteira. As análises estatísticas foram realizadas no software PASW 18. Foi realizada análise univariada pelo Qui-quadrado (x2 ) ou Teste Exato de Fisher. Com as variáveis associadas com p ≤ 0,25 pelo teste x2 construiu-se o modelo múltiplo por meio de Equações de Estimação Generalizadas (GEE). A soroprevalência verdadeira em nível de rebanho foi 49,6% (31,7– 67,5), 100% (92,1–100) e 100% (86,5–100) para T. vivax, A. marginale e B. bovis, respectivamente. Em nível individual, a soroprevalência verdadeira foi 9,9% (6,7–13,1), 96,2% (92,1–99,6) e 93,7% (89,4–97,2), respectivamente, para T. vivax, A. marginale e B. bovis. Dentre os fatores ajustados pelo modelo de regressão logística GEE, as variáveis “área total da fazenda” (p= 0,021; OR= 0,308; IC95%= 0,114 – 0,836) e “época com maior número de moscas” (p= 0,016; OR= 2,133; IC95%= 1,153 – 3,948) se mantiveram associadas à soropositividade para T. vivax. Devido ao fato de o Estado de Minas Gerais ser considerado área não endêmica para a T. vivax, é importante que produtores e veterinários sejam informados quanto ao risco de ocorrência da tripanossomíase bovina.