Design ergonômico e percepção visual: a influência da cor na usabilidade de artefatos de uso cotidiano
Diferentes áreas do conhecimento tem apresentado questões que sugerem a influência da cor sobre o comportamento humano e seu bem-estar. Entretanto, pouco se conhece sobre a interferência cromática na usabilidade de um artefato. O presente estudo teve como objetivo verificar se a cor de um artefato i...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/193153 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/193153 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Design ergonômico Usabilidade Percepção visual Cor Ergonomics design Usability Visual perception Color |
| Sumario: | Diferentes áreas do conhecimento tem apresentado questões que sugerem a influência da cor sobre o comportamento humano e seu bem-estar. Entretanto, pouco se conhece sobre a interferência cromática na usabilidade de um artefato. O presente estudo teve como objetivo verificar se a cor de um artefato influencia sua usabilidade. Para tanto, selecionou-se dois artefatos de uso doméstico, mais especificamente, um modelo de descascador de alho e um de espremedor de batata, ambos disponíveis no mercado em três diferentes cores (cinza, verde e vermelho). Os procedimentos metodológicos caracterizam-se por uma abordagem transversal com aplicação experimental. Princípios éticos foram empregados na pesquisa. O estudo contou com 120 voluntárias, com ausência de sintomas musculoesqueléticos nos membros superiores e de patologias no sistema visual relacionados a percepção cromática; e pertencentes às faixas etárias de 18 a 29 (n=60; grupo jovem) e 30 a 55 (n=60; grupo adulto) anos de idade, uma vez que o envelhecimento promove alterações no sistema visual e nas atividades cognitiva e motora. A coleta de dados ocorreu em três etapas: 1. Interação visual, momento de demonstração de uso do produto pela pesquisadora; 2. Interação de uso, momento em que a voluntária utilizou o produto e o avaliou por meio do questionário SUS, bem como suas microexpressões faciais foram coletadas para posterior análise com o software FaceReaderTM (Noldus); 3. Avaliação pós-uso, na qual a participante classificou os produtos conforme sua preferência. Os resultados foram analisados por estatística paramétrica e não paramétrica. A cor verde provocou mais respostas emocionais nas voluntárias ao testarem o descascador de alho, embora o grupo adulto tenha apresentado melhores índices de desempenho e satisfação ao utilizar o produto na cor vermelha. Em contrapartida, o grupo adulto do experimento com espremedor de batata obteve melhores índices com a cor cinza/prata. Os resultados sugerem que a cor não interfere na eficácia e eficiência da atividade. Todavia, influencia a satisfação de seus usuários ao interagirem com o produto, fator subjetivo relevante para o Design de artefatos. Portanto, o estudo pode contribuir com o conhecimento nas áreas do Design, Design ergonômico e da Percepção visual, bem como com o desenvolvimento tecnológico de novos produtos. |
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