Percepção subjetiva de esforço e ní­vel de afetividade no treinamento intervalado de alta intensidade: comparação entre dois protocolos populares

Introdução e objetivo: Nos últimos anos, o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem chamado muita atenção da mí­dia e dos frequentadores de academia em todo o mundo. Apesar da existência de alguns estudos analisando os efeitos fisiológicos e funcionais do HIIT, ainda são escassos os es...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Silva, João Paulo dos Santos Loscheck, Alves, Pedro Henrique Martins Ferreira, Andrade, Leticia Cerrone, Gomes, Ricardo José, Teixeira, Cauê Vazquez La Scala
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX)
Repositorio:Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.rbpfex.com.br:article/1228
Acceso en línea:https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/1228
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:HIIT
Treinamento físico
Prazer
Adesão
Descripción
Sumario:Introdução e objetivo: Nos últimos anos, o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem chamado muita atenção da mí­dia e dos frequentadores de academia em todo o mundo. Apesar da existência de alguns estudos analisando os efeitos fisiológicos e funcionais do HIIT, ainda são escassos os estudos analisando respostas perceptuais do HIIT, sobretudo, em mulheres. Assim, o objetivo do estudo foi analisar e comparar as respostas de percepção subjetiva de esforço (PSE) e afetividade (AFET) entre dois protocolos populares de HIIT. Materiais e métodos: Foram analisadas 20 mulheres saudáveis e destreinadas (33,8 ± 10,0 anos; IMC: 24,2 ± 3,8 kg/m²). A amostra foi submetida a duas sessões de HIIT em bicicleta estacionária, cada uma com um protocolo distinto: Tabata e Wingate. Após ambas as sessões, os ní­veis de PSE e AFET foram identificados. Os dados foram analisados através do teste t student para amostra em pares (PSE) e Wilcoxon (AFET). Resultados: Tabata apresentou PSE mais elevada em relação ao Wingate (17,5 ± 2,3 vs. 13,8 ± 2,3). Não foram observadas diferenças significativas na afetividade entre os protocolos (-2,9 ± 1,1 vs. -2,2 ± 1,3 para Tabata e Wingate, respectivamente), no entanto Tabata mostrou tamanho do efeito médio sobre Wingate. Conclusão: O protocolo Tabata foi percebido como mais exaustivo. A resposta da AFET não diferiu significativamente entre os protocolos, porém o protocolo Tabata apresentou tamanho do efeito médio sobre Wingate. Assim, o protocolo de Wingate parece ser mais interessante para mulheres destreinadas.