Amburana cearensis: Amburana-de-cheiro.
Árvore decídua na estação seca, com altura entre 6-12m (Figura 1). Caule com diâmetro superior a 30cm, geralmente ereto, com casca castanho-escura e ritidoma desprendendo-se em lâminas (Figura 2); ramos pouco estriados, glabros. Folhas compostas, 10-15cm de comprimento, alternas, imparipinadas, com...
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| Format: | book part |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2018 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) |
| Repository: | Repositório de Informação Tecnológica da Embrapa (Infoteca-e) |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:www.infoteca.cnptia.embrapa.br:doc/1103192 |
| Online Access: | http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1103192 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Umburana de cheiro Amburana Cumaru-das-caatingas Cumaru-de-cheiro Umburana-lisa Louro-ingá Umburana-macho Umburana-vermelha Amburana cearensis Caatinga Vegetação Nativa Planta Produtora de Madeira Cumbaru Biodiversity Fabaceae |
| Summary: | Árvore decídua na estação seca, com altura entre 6-12m (Figura 1). Caule com diâmetro superior a 30cm, geralmente ereto, com casca castanho-escura e ritidoma desprendendo-se em lâminas (Figura 2); ramos pouco estriados, glabros. Folhas compostas, 10-15cm de comprimento, alternas, imparipinadas, com pecíolos cilíndricos; folíolos subopostos ovais à elípticos, com base e ápice arredondados ou acuminados. Inflorescências axilares ou terminais, composta por numerosas flores de cor branco-amarelada, pequenas e aromáticas (Figura 3). Frutos do tipo vagem de cor escura, deiscente em um dos lados, contendo uma semente, ou raramente, duas. As sementes são aladas e apresentam coloração preta, rugosa, com cerca de 1cm de largura e 2cm de comprimento. Espécie é nativa, mas não é endêmica do Brasil. Ocorre nas regiões Norte (Tocantins), Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte), Centro-oeste (Goiás, Mato Grosso do Sul) e Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo) (Flora do Brasil,2017). |
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