INTOLERÂNCIA RELIGIOSA NA PRÁTICA DA SALA DE AULA NO ESTADO DO AMAPÁ
O presente artigo trata sobre a ausência de debate e dialogo a respeito do proselitismo em sala de aula. O silencio como problemática, que possibilita que o espaço escolar ao invés de ambiente de alteridade e saber, seja lugar propicio a promoção de difusão de conceitos e ideologias tradicionalmente...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Rondônia (UNIR) |
| Repositorio: | Labirinto (Porto Velho) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.unir.br:article/2700 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.unir.br/index.php/LABIRINTO/article/view/2700 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Intolerância religiosa Ensino Religioso Escola. |
| Sumario: | O presente artigo trata sobre a ausência de debate e dialogo a respeito do proselitismo em sala de aula. O silencio como problemática, que possibilita que o espaço escolar ao invés de ambiente de alteridade e saber, seja lugar propicio a promoção de difusão de conceitos e ideologias tradicionalmente arraigados a percepção judaico cristã, aos quais possam ser usados com o objetivo de incutir conceitos e percepções que promovam preconceito e discriminações religiosas, inviabilizando discussões sobre a diversidade religiosa e intolerância. Para tanto neste trabalho se discute falas de entrevistas coletadas em pesquisa qualitativa sobre A Concepção Do Ensino Religioso Na Escola Estadual Ana Dias Da Costa[i] Uma Perspectiva Do Ano De 2015/2016, o qual buscou refletir e analisar sobre a formação e habilitação do profissional de educação dos anos iniciais na pratica da disciplina de Ensino Religioso. Partindo da observação de que o lugar das religiões de matrizes religiosas não cristãs foi delimitado, naquele espaço escolar, como um lugar invisível, e que levantar a discussão desta problemática é intransigentemente negada.[i] A Escola Estadual Ana Dias da Costa, tem vinte anos de existência. Situa-se na antiga comunidade do Igarapé da Fortaleza, atualmente com status de bairro, no município de Santana, Amapá. |
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