Subordinação discursiva no português à luz da gramática discursivo-funcional
A presente pesquisa, intitulada Subordinação Discursiva no Português à Luz da Gramática Discursivo-Funcional, investiga construções introduzidas pelas conjunções porque, apesar de (que), embora (que), mesmo (que), como e se que não exibem dependência morfossintática nem semântica em relação a uma or...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/100102 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11449/100102 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Linguística Análise linguística Funcionalismo (Linguística) Língua portuguesa - Gramática Língua portuguesa - Análise do discurso Linguistics |
| Resumo: | A presente pesquisa, intitulada Subordinação Discursiva no Português à Luz da Gramática Discursivo-Funcional, investiga construções introduzidas pelas conjunções porque, apesar de (que), embora (que), mesmo (que), como e se que não exibem dependência morfossintática nem semântica em relação a uma oração principal imediatamente anterior ou posterior. Esse fenômeno é investigado nas variedades lusófonas que têm o português como língua oficial, quais sejam: (i) Brasil; (ii) Portugal; (iii) São Tomé e Príncipe; (iv) Angola; (v) Cabo Verde; (vi) Guiné-Bissau; (vii) Moçambique; e (viii) Timor Leste. O universo de investigação é constituído por ocorrências reais de uso, extraídas do corpus oral organizado pelo Centro de Linguística da Universidade de Lisboa, em parceria com a Universidade de Toulouse-le-Mirail e a Universidade de Provença-Aix-Marselha. As construções em foco, denominadas aqui subordinadas discursivas, são compreendidas como porções textuais que constituem Movimentos, e que, apesar de apresentarem a forma de uma oração subordinada, não dependem de nenhuma oração anterior ou posterior a elas, sendo destacadas prosodicamente por pausas, por Atos Interativos, ou por ambos, como o exemplo que segue, da variedade do português do Brasil: “então, como eu estava falando, então, no direito romano, a mulher não tinha direito”. Partindo das hipóteses de que 1) as estruturas aqui tratadas não constituem casos de subordinação adverbial, apresentando ilocução própria, envolvendo o falante e o ouvinte e contendo um conteúdo comunicado; 2) essas construções constituem minimamente Atos Discursivos; e 3) qualquer relação adverbial pode ocorrer como independente, este estudo objetiva determinar os tipos de relação que acontecem como subordinadas discursivas, bem como suas propriedades, sua funções interacionais... |
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