Mudanças no padrão de utilização de serviços de saúde no Brasil entre 2013 e 2019

Este estudo teve o objetivo de comparar os padrões de utilização de serviços de saúde, a partir das informações das edições da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), 2013 e 2019. Os dois desfechos "Procura de atendimento relacionado à saúde nas últimas duas semanas" e "Consulta médica nos...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Szwarcwald, Celia Landmann, Stopa, Sheila Rizzato, Damacena, Giseli Nogueira, Almeida, Wanessa da Silva de, Souza Junior, Paulo Roberto Borges de, Vieira, Maria Lúcia França Pontes, Pereira, Cimar Azeredo, Sardinha, Luciana Monteiro Vasconcelos, Macário, Eduardo Marques
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/59473
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/59473
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Uso de serviços de saúde
Inquéritos
Necessidades de saúde
Desigualdades
Brasil
03 Saúde e Bem-Estar
10 Redução das desigualdades
Descripción
Sumario:Este estudo teve o objetivo de comparar os padrões de utilização de serviços de saúde, a partir das informações das edições da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), 2013 e 2019. Os dois desfechos "Procura de atendimento relacionado à saúde nas últimas duas semanas" e "Consulta médica nos últimos doze meses" foram analisados segundo fatores socioeconômicos, geográficos, e condições de saúde. Foram usados modelos multivariados de regressão de Poisson para investigar os fatores associados à procura de atendimento de acordo com o motivo (problema de saúde ou prevenção). Entre 2013 e 2019, a prevalência de doenças crônicas aumentou de 15,0% a 22,5%. A proporção de busca de atendimento cresceu de 15,3 a 18,6%, e de uso de médico, de 71,2% a 76,2%, com amplitudes de variação de 61,4- 75,8% e 68,0-80,6% entre as regiões Norte e Sudeste. Para atendimento por problema de saúde, não houve associação significativa com rendimento per capita, após o controle das demais covariáveis. Conclui-se que apesar da expansão da cobertura de utilização de serviços de saúde, as persistentes desigualdades regionais indicam necessidades de saúde não atendidas entre os residentes das regiões menos desenvolvidas. Modelos de atenção focados na prevenção e promoção da saúde são necessários.