Avaliação da resposta de pacientes asmáticos com refluxo gastroesofásigico após terapia com pantoprazol

Introdução: apesar dos inúmeros avanços no conhecimento existente na relação entre asma e doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), ainda não está bem estabelecido se a terapia desta doença interfere inequivocamente no controle clínico da asma. Objetivos: determinar o efeito do tratamento da DRGE no...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Santos, Leandro Heusi dos
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2004
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/11079
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/11079
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Asma
Refluxo gastroesofágico
Antiulcerosos
Benzimidazóis
Descripción
Sumario:Introdução: apesar dos inúmeros avanços no conhecimento existente na relação entre asma e doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), ainda não está bem estabelecido se a terapia desta doença interfere inequivocamente no controle clínico da asma. Objetivos: determinar o efeito do tratamento da DRGE no controle clinico e funcional respiratório em indivíduos asmáticos e avaliar as características clinicas deste grupo de pacientes. Métodos: pacientes com diagnóstico de asma portadores de RGE documentados por pHmetria de 24 horas, foram avaliados por meio de questionários sobre sintomas respiratórios, digestivos e de qualidade de vida em asma, alem de realizarem manometria esofágica, espirometria e pico de fluxo expiratório seriado antes e após o estudo. Quarenta e nove indivíduos que apresentavam RGE patológico na pHmetria esofágica de 24 horas foram selecionados e participaram de um ensaio clínico terapêutico com pantoprazol 40 mg, controlado com placebo de modo randomizado, duplo-cego e paralelo, por 12 semanas consecutivas. Resultados: Quarenta e quatro indivíduos completaram o estudo, sendo 22 em cada grupo. Houve uma melhora significativa no escore de sintomas respiratórios bem como na qualidade de vida no grupo que utilizou medicamento. Os parâmetros funcionais respiratórios não se alteraram com os diferentes tratamentos. Conclusões: Neste estudo, o tratamento efetivo do RGE melhorou a qualidade de vida, determinou diminuição dos sintomas em asma de maneira significativa no grupo que utilizou medicamento, contudo sem alterar os parâmetros funcionais. Não foi possível detectar características clinicas que diferenciassem aqueles pacientes que obtiveram melhora.