A História em Quadrinhos Transmetropolitan como mídia radical

Um estudo aprofundado acerca da HQ Transmetropolitan como mídia radical (DOWNING, 2002) se faz relevante, pois nota-se que não há estudos que visam analisar os quadrinhos como um exemplo desse tipo de comunicação alternativa. Escrito por Warren Ellis, o quadrinho narra a trajetória do repórter Spide...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Daniel Alexandro Pacheco Sicsú
Tipo de documento: relatório científico
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2013
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
Repositório:Repositório Institucional da UFAM
Idioma:português
OAI Identifier:oai:localhost:prefix/3403
Acesso em linha:http://riu.ufam.edu.br/handle/prefix/3403
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Mídia radical
Hegemonia
História em quadrinhos
CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS: COMUNICAÇÃO
Descrição
Resumo:Um estudo aprofundado acerca da HQ Transmetropolitan como mídia radical (DOWNING, 2002) se faz relevante, pois nota-se que não há estudos que visam analisar os quadrinhos como um exemplo desse tipo de comunicação alternativa. Escrito por Warren Ellis, o quadrinho narra a trajetória do repórter Spider Jerusálem em um futuro cyberpunk, mostrando a controversa postura do jornalista em relação aos principais problemas sociais de sua cidade. O personagem é uma representação alusória ao jornalista gonzo Hunter Thompson, criador de um estilo peculiar de produção da informação. O aprofundamento em análises da HQ Transmetropolitan pode demonstrar o poder que um gibi tem em influenciar os leitores a construir ou mudar concepções arraigadas sobre a sociedade em que vivemos do ponto de vista político e cultural. Pode-se também, com essa pesquisa, averiguar se Transmetropolitan é ou não, de fato, uma mídia radical, tendo em vista que um dos principais objetivos dela é o início de debates sobre temas que são abafados pelos grandes meios de comunicação. O modelo de jornalismo adotado pelo personagem também será mote das análises, o que permite a composição da contribuição da HQ na formação de um modelo crítico de comunicação.